Poiis é, praticamente um ano se passou! Digo praticamente poruqe ainda não chegou a hora em que minha filhinha saiu da minha barriga para este mundão todo!
Continuo minha retrospectiva do nascimento, tentando absorver e entender mais e tentando deixar para tras a tristeza que envolveu as circunstâncias do parto afim de me libertar para a vida!
Depois de me deitar, já com as roupas escolhidas que levaria para a maternidade - porque eu não queria admitir, mas sabia que o Wil tinha razão que iríamos para o hospital -, deitamos, para tentar descansar e dormir.
Lá pelas 3 e tantas da manhã comecei a sentir algo estranho, uma dorzinha boba. Passou. Voltou. Passou. Voltou. Opa, isso era contrações ou cólicas? Pra mim era cólicas, não sentia a barriga endurecer nem nada. Levantei, despertei o marido e começamos a contar o tempo de intervalo, esquecemos de contar a duração, mas não era nem 1 min. Acho que eram pródomos.
Depois de pouco tempo veio o início de febre que foi subindo devagarzinho e chegou a uns 38 e tanto (acho que meio). Meu marido falou com a parteira que no pediu para ir ao hospital, pois poderia ser uma infecção! A estas tantas já estava a umas 7hs com a bolsa vazando.
Me lembro do tom da voz da parteira me dizendo que eu sabia que se fosse para o hospital particular eles iriam fazer uma cesárea... E de eu dizendo que tinha medo de irmos sozinhas para um público e eu acabar sozinha, sem acompanhante e cesariada também! Consigo lembrar certinho daquele tom e de um medo tomando conta de mim ao mesmo tempo que me sentia sem saída!
Levantei, fiz uma lista de coisas para minha mãe fazer e buscar na minha casa, me troquei, peguei bolsa e fomos para o hospital.
Me senti atônita, esperançosa, desejosa, triste, feliz, pensando em mil palavras e ao mesmo tempo em nada! Acho que minha vontade era que nada daquilo fosse realidade...
AO descer do carro senti muita aguá saindo, as dores continuavam fracas, mas eram chatas, incômodas, doía o quadril, exatamente igual a quando eu tinha cólicas...
No ps fizeram os exames de praxe, minha febre havia desaparecido, estava entre o normal e o febril, batimentos da Lara ok, pressão ok, tudo ok (no fundo eu sabia disso).
Ao fazerem o toque minha tristeza, eu ainda tinha 1,5cm de dilatação, mas o colo "já" estava médio (era um progresso oras). O médico indica a cesárea, eu recuso, ele insiste, eu explico os motivos, ele faz cara de "acho que não", eu peço a indução, ele diz que poderia, mas que era tarde demais, eu insisto de novo, uso argumentos (poucos - estava comendo pelas beiradas, tentando não bater de frente), ele usa um golpe baixo, conta casos de morte de bebê por insistência da mãe em ter o parto normal, eu continuo a saber que posso, que temos tempo, que tudo estava bem, que ele estava pressionando... sozinha não podia, não queria ser teimosa na hora errada, não queria arriscar a vida da minha bebê, mas sabia que era besteira tudo aquilo, estava massacrada, derrotada e sem apoio... Aceitei. Chorei. Morri por dentro.
Subi para o quarto como quem vai a um enterro. Não era aquilo que desejava para o nascimento da minha filha, não eram aqueles sentimentos, eu queria estar alegre, eu queria estar feliz, mas eu sentia uma grande, imensa tristeza, meu coração apertado. Sabia que um grande suplício se iniciava ali!
Muita encheção de saco, rotinas, burocracias sem fim. eu estava irritada ao ponto de dar um belo coice em quem viesse me falar aborinha... e segurei algumas vezes, outras desembuchei!
Minha vontade era gritar com todas ali, era xingar aquelas enfermeiras, era fugir do hospital, mas eu tinha coragem? Não. Eu fui covarde! Covarde para lutar, covarde para falar, covarde para exigir, covarde para agir!
Fui. Lá estava eu deitada naquela maca tão fina que achava que eu cairia dela se me mexesse para os lado. Sozinha, sem meu marido. Que vontade de gritar, de correr, de sumir. Quanta aflição e dor me esperavam. Quanta indelicadeza, quanta frieza, insensibilidade. Quanta falta de respeito, quanta substimação!
A anestesia foi o momento de maior medo, angústia e desrespeito. Que ódio eu senti! Foi o momento em que deixei de ser a parturiente e virei um pedaço de carne viva a mercê de que me mexia e remexia!
O momento em que o Wil chegou perto de mim me trouxe mais alívio, mais carinho, mais segurança...
Que tristeza não saber se seu bebê está nascendo ou não, o que está acontecendo... Não sentir nada é a pior das condições do nascimento!
Ela nasce. Linda. Perfeita. Saudável.
Um pequeno miadinho surge e logo depois um vigoroso e dolorido choro, alto, estridente que não cessa, não para. É desesperador e triste.
Não a vejo. Só a vi depois de todos os procedimentos realizados. E quantos! Me dói o coração, me revira o estômago, me revolta saber o quanto a sua chegada ao mundo foi desesperadora, difícil e medonha para ela. Quanto medo ela não deve ter sentindo ao se ver, de repente, num lugar estranho, tendo sensções estranhas, o peso do corpo, que antes flutuava nas águas do ventre, agora aperta sesu músculos, ossos, pulmão e tudo mais! Para quê tudo isso? Desculpa filha! Desculpa por nunca poder mudar esta primeira experiência no mundo!
Quando ela vem, vem embrulhada, só vejo seu rosto e agora entendo sua feição (depois de ler Nascer Sorrindo entendo sua máscara), seu horror e entendo porque depois de tudo isso seus traços mudaram, na verdade voltaram a ser o que sempre foram.
Não me desamarram, não a encostam em mim, só consigo olhá-la bem de perto, e mais nada!
Vai embora, para longe de mim, o pai também!
Fico ali estendida, continuo a mercê, desrespeitada, inerte. Os médicos conversam as mais frívolas coisas, falam dos erros de seus colegas enquanto eu estou ali aberta, acordada, desrespeitada!
Uma lentidão, uma demora, mil burocracias...
Volto para o quarto, nem sei quanto tempo passou, mas acho que não mais que 1 hora...
Minha bebê vem mamar, ainda sujinha e posso vê-la melhor, pegá-la finalmente, não no colo propriamente dito, mas tê-la juntinho do meu corpo...
Nem dá para acreditar que eu já sou mãe. Foi tudo tão rápido, inesperado. Ainda não assimilei! Vejo, sei, mas não sinto que sou mãe!
Um sentimento de roube me invade a alma. De repente eu não tinha mais nada na barriga. Aqueles movimentos constantes e deliciosos não existem mais, eu nem senti eles terminarem, o processo de corte foi rápido e brusco demais, eu não estava preparada para perder minha menina assim.
Vai me caindo a ficha de que eu fui atropelada pelo sistema, de que sou só mais uma ali, uma a menos para dar trabalho, uma mais nas estatísticas, mais uma linda cesárea! Ninguém considera as consequências dela. Ninguém se preocupa comigo, meu bem estar. Ah, quer dizer, se preocupam sim, do me bem estar físico. Toda se recuperam não é mesmo, mais cedo ou mais tarde! Ninguém pensa nos nossos sonhos, desejos, planos! Por que a vontade do médico - sua preguiça, medo, despreparo, ponto de vista - vem sempre antes do nosso? É nossa vida, nosso corpo, nosso filho, nosso ponto de vista! Quem tem o direito de nos roubar isso? Quem tem direito de nos forçar? Quem tem direito de menosprezar a vida gerada, carregada, suportada, amada que nos pertence? NINGUÉM TEM! Que sociedade! Que mundo! Que seres humanos! Humanos? Acho que não. Seres individuais, não sujeito, porque sujeito é alguém, são seres, só isso! Individualistas. Olho no umbigo. Orgulho e prepotência. Miséria da sociedade.
Quando volta definitivamente para o quarto é muito bom, vê-la limpa, com suas feições verdadeiras, na roupinha que escolhemos, vê-la no colo do pai, feliz, orgulhoso... Aquilo foi uma gota de pureza e felicidade no meu coração!
Queria ficar ali, só nós três, falando de tudo, como tinha sido, o que tinha acontecido, falando dela, olhando para ela. Mas eu estava imóvel naquela cama, deitada, adormecida, não podia fazer nada, só olhar!
Como pode ser aceitável? Sonhar, desejar a vida inteira um bebê, ela chegar e eu ser espectadora? Como uma mãe pode ser espectadora neste momento? Que dor.
Naquele dia mais a noite nosso quarto foi invadido pelo som, não tão alto, dos fogos de artifício que anunciavam a chegada de 2010. Eu nem dava importância a eles, eles não significvam nada para mim. De relance pensei na minha mãe e família em casa. Olhei para o lado e vi minha bebê dormindo envolta nas coberta, serena, sem se quer mexer um dedo como barulho dos fogos!
É tão difícil absorver tudo isso quando os desejos e planos eram tão mais carinhosos e amorosos... dá remorso, dá fraqueza, dá tristeza novamente.
Saber a realidade de cada processo vivido tanto por mim quanto e principalmente por ela traz uma verdade dolorosa para o coração, algo irreparável, traz junto raiva, frustração, indignação!
Este dia foi o dia mais difícil que eu já vivi. E ambiguamente foi o dia mais feliz da minha vida! É difícil entender, explicar. Foi a realização de um sonho, a transformação de uma só carne em família. Foi ter fora de mim parte de nós.
Ficou a falta. Faltou sentir, faltou fazer, faltou nascer. Nascer um bebê e nascer uma mãe/mulher!
Lara foi nascida! Linda. Perfeita. Saudável. Maravilhosa. Alegria de nossas vidas. Benção do céu. Presente de Deus. Querida, desejada, gerada, cuidada, escrita nas mão do Criador, modelada.
Minha filha.
Nossa filha Wil!
LARA.
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Retro Lara - o tal dia 30/12/2009!
Agora são 2h40 da madruga do dia 30/12/2010 e eu estou aqui lembrando do ano passado, tentando ao longo deste ano juntar meus pedacinhos, entender as coisas, absorver algo, sei lá. E vejo que não sei se cheguei a algum lugar!!!
Este dia foi decisivo na minha vida, muito mais do que poderia imaginar...
Fui pega de surpresa com a bolsa rompendo lá pelas 10hs e tanta da manhã do ano passado. Fiquei sem entender o que estava acontecendo e acho que estou assim até hoje!
Parece que naquele momento em que a parteira me falou ao telefone que provavelmente eu tinha tido uma ruptura alta da bolsa das águasum botão se desligou em mim e eu apaguei, virei outra pessoa, desconectei, sei lá o que aconteceu comigo!
Sei que não estava preparada para aquilo, consigo ver hoje que na verdade me parecia que nada daquilo era verdade, não imaginava que tudo fosse dar errado, mas também não parecia que o sonho do nascimento que eu havia preparado iria acontecer, eu pensei bem lá no fundo, quase que inconscientemente que meu parto domiciliar não iria acontecer. Eu sabia muito bem porquê, na verdade nem achava que estava pensando isso, mas estava.
Minha mãe chegou do mercado eu estava na cozinha sentada montando as lembrancinhas dela e disse que achava que a Lara iria nascer e minha mãe fez uma cara de dúvida, achei que não deu muita bola. Em seguida, curiosamente, minha sogro e sogro lá do interiro ligam para saber da gente e recebem a mesma notícia também!
Falei com minha parteira duas vezes antes de encontrá-la na casa de outra pessoa que também estava para parir. No exame tudo ok, porém havia várias coisinhas que eu não peguei ali no momento e acabei desconsiderando, sem querer, sem mesmo ter consciência delas...
Não tinha exame de strepto (eu já tinha pra mim que sem ele não arriscaria um pd; tinha bolsa rota sem contração (ok - porém meu maior medo), sem dilatação (ok), colo grosso (ok) há 4hs;
A parteira disse que ficava a nosso cargo ir ou não ao hospital, mas disse que dava para esperar ainda.
Eu sem conectar uma coisa a outra tive todos os sinais de que precisava me dizendo que TALVEZ fosse bom ir para o hospital naquele momento ou mais tarde e garantir uma indução, porém não foi o que fiz.
Passei o dia esperando as dores, prestando atenção a cada coisa que me acontecia e nada acontecia. Fui ao mercado comprar uma banheira que não tinha ainda, na farmácia, andei um pouco e passei o resto do dia no sofá... Parecia que eu estava desligada do mundo.
Tentava ficar conectada a internet, mas ela caia o tempo tod e assim passei o dia "longe" de pessoas que poderiam ter aberto meus olhos, me acordado para vida e tudo mais, parece que o mundo já conspirava contra mim!
Fiquei até tarde acordada com o Wil, conversamos muito, mas pouco também - engraçado isso, não sei explicar. Wil estava bem apreensivo, já sabia que não ia dormir aquela noite... Tomamos banho tarde da noite e fomos para cama.
Conversamos e lembro do Wil tentar me dizer indiretamente que do jeito que estava íamos para o hospital e que provavelmente poderia dar em cesárea, nada direto, tudo entre linhas, e hoje eu sei que eu me recusava a acreditar nisso!
Aceitei escolher as roupinhas e colocá-las na mala para passar no outro dia e ver no ia dar!
Ainda não entendo muito bem, ou me recuso a aceitar, não sei ao certo, o que aconteceu naquele dia, mas hoje enxergo o mundo de possibilidade que eu tinha e que não sei porquê não pensei nelas no dia, não entendo o que me deu!
Hoje, agora mesmo, sinto um frio na barriga de pensar em tudo o que aconteceu nesta mesma data há um ano atrás. Frio na barriga! Lembrar de tudo é como relar na forte emoção vivida e um pouco dissipada já, mistura de medo de tudo voltar a tona ou de simplesmente sentir o "deixar passar". É como um marco, é como viver de novo, dá medo, dá vontade de tentar de novo! Dá vontade de esquecer, dá vontade de mentir! Dá remorso!
Dá vontade de consertar!
Este dia foi decisivo na minha vida, muito mais do que poderia imaginar...
Fui pega de surpresa com a bolsa rompendo lá pelas 10hs e tanta da manhã do ano passado. Fiquei sem entender o que estava acontecendo e acho que estou assim até hoje!
Parece que naquele momento em que a parteira me falou ao telefone que provavelmente eu tinha tido uma ruptura alta da bolsa das águasum botão se desligou em mim e eu apaguei, virei outra pessoa, desconectei, sei lá o que aconteceu comigo!
Sei que não estava preparada para aquilo, consigo ver hoje que na verdade me parecia que nada daquilo era verdade, não imaginava que tudo fosse dar errado, mas também não parecia que o sonho do nascimento que eu havia preparado iria acontecer, eu pensei bem lá no fundo, quase que inconscientemente que meu parto domiciliar não iria acontecer. Eu sabia muito bem porquê, na verdade nem achava que estava pensando isso, mas estava.
Minha mãe chegou do mercado eu estava na cozinha sentada montando as lembrancinhas dela e disse que achava que a Lara iria nascer e minha mãe fez uma cara de dúvida, achei que não deu muita bola. Em seguida, curiosamente, minha sogro e sogro lá do interiro ligam para saber da gente e recebem a mesma notícia também!
Falei com minha parteira duas vezes antes de encontrá-la na casa de outra pessoa que também estava para parir. No exame tudo ok, porém havia várias coisinhas que eu não peguei ali no momento e acabei desconsiderando, sem querer, sem mesmo ter consciência delas...
Não tinha exame de strepto (eu já tinha pra mim que sem ele não arriscaria um pd; tinha bolsa rota sem contração (ok - porém meu maior medo), sem dilatação (ok), colo grosso (ok) há 4hs;
A parteira disse que ficava a nosso cargo ir ou não ao hospital, mas disse que dava para esperar ainda.
Eu sem conectar uma coisa a outra tive todos os sinais de que precisava me dizendo que TALVEZ fosse bom ir para o hospital naquele momento ou mais tarde e garantir uma indução, porém não foi o que fiz.
Passei o dia esperando as dores, prestando atenção a cada coisa que me acontecia e nada acontecia. Fui ao mercado comprar uma banheira que não tinha ainda, na farmácia, andei um pouco e passei o resto do dia no sofá... Parecia que eu estava desligada do mundo.
Tentava ficar conectada a internet, mas ela caia o tempo tod e assim passei o dia "longe" de pessoas que poderiam ter aberto meus olhos, me acordado para vida e tudo mais, parece que o mundo já conspirava contra mim!
Fiquei até tarde acordada com o Wil, conversamos muito, mas pouco também - engraçado isso, não sei explicar. Wil estava bem apreensivo, já sabia que não ia dormir aquela noite... Tomamos banho tarde da noite e fomos para cama.
Conversamos e lembro do Wil tentar me dizer indiretamente que do jeito que estava íamos para o hospital e que provavelmente poderia dar em cesárea, nada direto, tudo entre linhas, e hoje eu sei que eu me recusava a acreditar nisso!
Aceitei escolher as roupinhas e colocá-las na mala para passar no outro dia e ver no ia dar!
Ainda não entendo muito bem, ou me recuso a aceitar, não sei ao certo, o que aconteceu naquele dia, mas hoje enxergo o mundo de possibilidade que eu tinha e que não sei porquê não pensei nelas no dia, não entendo o que me deu!
Hoje, agora mesmo, sinto um frio na barriga de pensar em tudo o que aconteceu nesta mesma data há um ano atrás. Frio na barriga! Lembrar de tudo é como relar na forte emoção vivida e um pouco dissipada já, mistura de medo de tudo voltar a tona ou de simplesmente sentir o "deixar passar". É como um marco, é como viver de novo, dá medo, dá vontade de tentar de novo! Dá vontade de esquecer, dá vontade de mentir! Dá remorso!
Dá vontade de consertar!
sábado, 25 de dezembro de 2010
Retro Lara dias 24 e 25
Pois é minha gente nestes dias no ano passado eu estava não só muito cansada, mas com um calor, um calor que só Deus é quem me entendia...
Cada copo de água deveria ser tirado praticamente do freezer acompanhado de 2 ou 3 pedras de gelo! Afff Acho que qdo eu engravidar de novo quero ganhar no outono ou primavera, assim o tempo estará mais ameno no finzinho da gravidez!
Me lembro de dormir muito mal nestes dias, de uma azia terrível e uma alegria imensa de poder estar agora curtindo a barriga sem preocupações com nada, ou nenhuma obrigação de trabalho! Naquele momento era eu, o Wil e a Larinha, só esperando o dia certo chegar, e com a barriga tão alta como estava nós nem poderíamos imaginar que estava tão perto...
E é isso aí!
Beijos!
Cada copo de água deveria ser tirado praticamente do freezer acompanhado de 2 ou 3 pedras de gelo! Afff Acho que qdo eu engravidar de novo quero ganhar no outono ou primavera, assim o tempo estará mais ameno no finzinho da gravidez!
Me lembro de dormir muito mal nestes dias, de uma azia terrível e uma alegria imensa de poder estar agora curtindo a barriga sem preocupações com nada, ou nenhuma obrigação de trabalho! Naquele momento era eu, o Wil e a Larinha, só esperando o dia certo chegar, e com a barriga tão alta como estava nós nem poderíamos imaginar que estava tão perto...
E é isso aí!
Beijos!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Retrospectiva Lara
Pois é, não aguentei minha nostalgia, as lembranças e recordações deste ano memorável que começou mais ou menos nesta data há um ano. Por isso começa agora a retrospectiva da Lara rsrsrsr
Bem em 23/12/2009 eu ainda tive que ir trabalhar. A-C-A-B-A-D-A, diga-se de passagem!
Era nosso almoço de confraternização, amigo secreto.. Foi gostoso finalizar o ano, trocar presentes, se despedir, jogar conversa fora com aquela sensação de dever cumprido e finalizado UFA!
Neste mesmo dia eu ainda voltaria para casa, arrumaria mala e cuia, gatos e cia para ir para minha mãe passar o Natal... Ainda tinha um ultrassom para fazer a tarde que eu não sabia como faria, já que tinha que ir naquele dia para mamys e ainda tinha dois gatos no carro! Resultado? Cancelei o US e deixei para semana seguinte, antes do ano novo!
Cheguei em casa, arrumei tudo com o maridão e aquela barrigona de 8 meses, arrumamos o carro e fomos para mamys... Ai ai eu só queria dormir e desacansar!
Olha só minha cara de cansada

Eu ainda estava me programando para lavar as roupinhas da Lara e fazer as lembrancinhas de nascimento...
beijos
Bem em 23/12/2009 eu ainda tive que ir trabalhar. A-C-A-B-A-D-A, diga-se de passagem!
Era nosso almoço de confraternização, amigo secreto.. Foi gostoso finalizar o ano, trocar presentes, se despedir, jogar conversa fora com aquela sensação de dever cumprido e finalizado UFA!
Neste mesmo dia eu ainda voltaria para casa, arrumaria mala e cuia, gatos e cia para ir para minha mãe passar o Natal... Ainda tinha um ultrassom para fazer a tarde que eu não sabia como faria, já que tinha que ir naquele dia para mamys e ainda tinha dois gatos no carro! Resultado? Cancelei o US e deixei para semana seguinte, antes do ano novo!
Cheguei em casa, arrumei tudo com o maridão e aquela barrigona de 8 meses, arrumamos o carro e fomos para mamys... Ai ai eu só queria dormir e desacansar!
Olha só minha cara de cansada
Eu ainda estava me programando para lavar as roupinhas da Lara e fazer as lembrancinhas de nascimento...
beijos
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