sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Retro Lara 31/12/2009!!!

Poiis é, praticamente um ano se passou! Digo praticamente poruqe ainda não chegou a hora em que minha filhinha saiu da minha barriga para este mundão todo!

Continuo minha retrospectiva do nascimento, tentando absorver e entender mais e tentando deixar para tras a tristeza que envolveu as circunstâncias do parto afim de me libertar para a vida!

Depois de me deitar, já com as roupas escolhidas que levaria para a maternidade - porque eu não queria admitir, mas sabia que o Wil tinha razão que iríamos para o hospital -, deitamos, para tentar descansar e dormir.

Lá pelas 3 e tantas da manhã comecei a sentir algo estranho, uma dorzinha boba. Passou. Voltou. Passou. Voltou. Opa, isso era contrações ou cólicas? Pra mim era cólicas, não sentia a barriga endurecer nem nada. Levantei, despertei o marido e começamos a contar o tempo de intervalo, esquecemos de contar a duração, mas não era nem 1 min. Acho que eram pródomos.

Depois de pouco tempo veio o início de febre que foi subindo devagarzinho e chegou a uns 38 e tanto (acho que meio). Meu marido falou com a parteira que no pediu para ir ao hospital, pois poderia ser uma infecção! A estas tantas já estava a umas 7hs com a bolsa vazando.

Me lembro do tom da voz da parteira me dizendo que eu sabia que se fosse para o hospital particular eles iriam fazer uma cesárea... E de eu dizendo que tinha medo de irmos sozinhas para um público e eu acabar sozinha, sem acompanhante e cesariada também! Consigo lembrar certinho daquele tom e de um medo tomando conta de mim ao mesmo tempo que me sentia sem saída!

Levantei, fiz uma lista de coisas para minha mãe fazer e buscar na minha casa, me troquei, peguei bolsa e fomos para o hospital.

Me senti atônita, esperançosa, desejosa, triste, feliz, pensando em mil palavras e ao mesmo tempo em nada! Acho que minha vontade era que nada daquilo fosse realidade...

AO descer do carro senti muita aguá saindo, as dores continuavam fracas, mas eram chatas, incômodas, doía o quadril, exatamente igual a quando eu tinha cólicas...

No ps fizeram os exames de praxe, minha febre havia desaparecido, estava entre o normal e o febril, batimentos da Lara ok, pressão ok, tudo ok (no fundo eu sabia disso).

Ao fazerem o toque minha tristeza, eu ainda tinha 1,5cm de dilatação, mas o colo "já" estava médio (era um progresso oras). O médico indica a cesárea, eu recuso, ele insiste, eu explico os motivos, ele faz cara de "acho que não", eu peço a indução, ele diz que poderia, mas que era tarde demais, eu insisto de novo, uso argumentos (poucos - estava comendo pelas beiradas, tentando não bater de frente), ele usa um golpe baixo, conta casos de morte de bebê por insistência da mãe em ter o parto normal, eu continuo a saber que posso, que temos tempo, que tudo estava bem, que ele estava pressionando... sozinha não podia, não queria ser teimosa na hora errada, não queria arriscar a vida da minha bebê, mas sabia que era besteira tudo aquilo, estava massacrada, derrotada e sem apoio... Aceitei. Chorei. Morri por dentro.

Subi para o quarto como quem vai a um enterro. Não era aquilo que desejava para o nascimento da minha filha, não eram aqueles sentimentos, eu queria estar alegre, eu queria estar feliz, mas eu sentia uma grande, imensa tristeza, meu coração apertado. Sabia que um grande suplício se iniciava ali!

Muita encheção de saco, rotinas, burocracias sem fim. eu estava irritada ao ponto de dar um belo coice em quem viesse me falar aborinha... e segurei algumas vezes, outras desembuchei!

Minha vontade era gritar com todas ali, era xingar aquelas enfermeiras, era fugir do hospital, mas eu tinha coragem? Não. Eu fui covarde! Covarde para lutar, covarde para falar, covarde para exigir, covarde para agir!

Fui. Lá estava eu deitada naquela maca tão fina que achava que eu cairia dela se me mexesse para os lado. Sozinha, sem meu marido. Que vontade de gritar, de correr, de sumir. Quanta aflição e dor me esperavam. Quanta indelicadeza, quanta frieza, insensibilidade. Quanta falta de respeito, quanta substimação!

A anestesia foi o momento de maior medo, angústia e desrespeito. Que ódio eu senti! Foi o momento em que deixei de ser a parturiente e virei um pedaço de carne viva a mercê de que me mexia e remexia!

O momento em que o Wil chegou perto de mim me trouxe mais alívio, mais carinho, mais segurança...

Que tristeza não saber se seu bebê está nascendo ou não, o que está acontecendo... Não sentir nada é a pior das condições do nascimento!

Ela nasce. Linda. Perfeita. Saudável.

Um pequeno miadinho surge e logo depois um vigoroso e dolorido choro, alto, estridente que não cessa, não para. É desesperador e triste.

Não a vejo. Só a vi depois de todos os procedimentos realizados. E quantos! Me dói o coração, me revira o estômago, me revolta saber o quanto a sua chegada ao mundo foi desesperadora, difícil e medonha para ela. Quanto medo ela não deve ter sentindo ao se ver, de repente, num lugar estranho, tendo sensções estranhas, o peso do corpo, que antes flutuava nas águas do ventre, agora aperta sesu músculos, ossos, pulmão e tudo mais! Para quê tudo isso? Desculpa filha! Desculpa por nunca poder mudar esta primeira experiência no mundo!

Quando ela vem, vem embrulhada, só vejo seu rosto e agora entendo sua feição (depois de ler Nascer Sorrindo entendo sua máscara), seu horror e entendo porque depois de tudo isso seus traços mudaram, na verdade voltaram a ser o que sempre foram.

Não me desamarram, não a encostam em mim, só consigo olhá-la bem de perto, e mais nada!

Vai embora, para longe de mim, o pai também!

Fico ali estendida, continuo a mercê, desrespeitada, inerte. Os médicos conversam as mais frívolas coisas, falam dos erros de seus colegas enquanto eu estou ali aberta, acordada, desrespeitada!

Uma lentidão, uma demora, mil burocracias...

Volto para o quarto, nem sei quanto tempo passou, mas acho que não mais que 1 hora...

Minha bebê vem mamar, ainda sujinha e posso vê-la melhor, pegá-la finalmente, não no colo propriamente dito, mas tê-la juntinho do meu corpo...

Nem dá para acreditar que eu já sou mãe. Foi tudo tão rápido, inesperado. Ainda não assimilei! Vejo, sei, mas não sinto que sou mãe!

Um sentimento de roube me invade a alma. De repente eu não tinha mais nada na barriga. Aqueles movimentos constantes e deliciosos não existem mais, eu nem senti eles terminarem, o processo de corte foi rápido e brusco demais, eu não estava preparada para perder minha menina assim.

Vai me caindo a ficha de que eu fui atropelada pelo sistema, de que sou só mais uma ali, uma a menos para dar trabalho, uma mais nas estatísticas, mais uma linda cesárea! Ninguém considera as consequências dela. Ninguém se preocupa comigo, meu bem estar. Ah, quer dizer, se preocupam sim, do me bem estar físico. Toda se recuperam não é mesmo, mais cedo ou mais tarde! Ninguém pensa nos nossos sonhos, desejos, planos! Por que a vontade do médico - sua preguiça, medo, despreparo, ponto de vista - vem sempre antes do nosso? É nossa vida, nosso corpo, nosso filho, nosso ponto de vista! Quem tem o direito de nos roubar isso? Quem tem direito de nos forçar? Quem tem direito de menosprezar a vida gerada, carregada, suportada, amada que nos pertence? NINGUÉM TEM! Que sociedade! Que mundo! Que seres humanos! Humanos? Acho que não. Seres individuais, não sujeito, porque sujeito é alguém, são seres, só isso! Individualistas. Olho no umbigo. Orgulho e prepotência. Miséria da sociedade.

Quando volta definitivamente para o quarto é muito bom, vê-la limpa, com suas feições verdadeiras, na roupinha que escolhemos, vê-la no colo do pai, feliz, orgulhoso... Aquilo foi uma gota de pureza e felicidade no meu coração!

Queria ficar ali, só nós três, falando de tudo, como tinha sido, o que tinha acontecido, falando dela, olhando para ela. Mas eu estava imóvel naquela cama, deitada, adormecida, não podia fazer nada, só olhar!

Como pode ser aceitável? Sonhar, desejar a vida inteira um bebê, ela chegar e eu ser espectadora? Como uma mãe pode ser espectadora neste momento? Que dor.

Naquele dia mais a noite nosso quarto foi invadido pelo som, não tão alto, dos fogos de artifício que anunciavam a chegada de 2010. Eu nem dava importância a eles, eles não significvam nada para mim. De relance pensei na minha mãe e família em casa. Olhei para o lado e vi minha bebê dormindo envolta nas coberta, serena, sem se quer mexer um dedo como barulho dos fogos!

É tão difícil absorver tudo isso quando os desejos e planos eram tão mais carinhosos e amorosos... dá remorso, dá fraqueza, dá tristeza novamente.

Saber a realidade de cada processo vivido tanto por mim quanto e principalmente por ela traz uma verdade dolorosa para o coração, algo irreparável, traz junto raiva, frustração, indignação!

Este dia foi o dia mais difícil que eu já vivi. E ambiguamente foi o dia mais feliz da minha vida! É difícil entender, explicar. Foi a realização de um sonho, a transformação de uma só carne em família. Foi ter fora de mim parte de nós.

Ficou a falta. Faltou sentir, faltou fazer, faltou nascer. Nascer um bebê e nascer uma mãe/mulher!

Lara foi nascida! Linda. Perfeita. Saudável. Maravilhosa. Alegria de nossas vidas. Benção do céu. Presente de Deus. Querida, desejada, gerada, cuidada, escrita nas mão do Criador, modelada.

Minha filha.
Nossa filha Wil!

LARA.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Retro Lara - o tal dia 30/12/2009!

Agora são 2h40 da madruga do dia 30/12/2010 e eu estou aqui lembrando do ano passado, tentando ao longo deste ano juntar meus pedacinhos, entender as coisas, absorver algo, sei lá. E vejo que não sei se cheguei a algum lugar!!!

Este dia foi decisivo na minha vida, muito mais do que poderia imaginar...

Fui pega de surpresa com a bolsa rompendo lá pelas 10hs e tanta da manhã do ano passado. Fiquei sem entender o que estava acontecendo e acho que estou assim até hoje!

Parece que naquele momento em que a parteira me falou ao telefone que provavelmente eu tinha tido uma ruptura alta da bolsa das águasum botão se desligou em mim e eu apaguei, virei outra pessoa, desconectei, sei lá o que aconteceu comigo!

Sei que não estava preparada para aquilo, consigo ver hoje que na verdade me parecia que nada daquilo era verdade, não imaginava que tudo fosse dar errado, mas também não parecia que o sonho do nascimento que eu havia preparado iria acontecer, eu pensei bem lá no fundo, quase que inconscientemente que meu parto domiciliar não iria acontecer. Eu sabia muito bem porquê, na verdade nem achava que estava pensando isso, mas estava.

Minha mãe chegou do mercado eu estava na cozinha sentada montando as lembrancinhas dela e disse que achava que a Lara iria nascer e minha mãe fez uma cara de dúvida, achei que não deu muita bola. Em seguida, curiosamente, minha sogro e sogro lá do interiro ligam para saber da gente e recebem a mesma notícia também!
Falei com minha parteira duas vezes antes de encontrá-la na casa de outra pessoa que também estava para parir. No exame tudo ok, porém havia várias coisinhas que eu não peguei ali no momento e acabei desconsiderando, sem querer, sem mesmo ter consciência delas...

Não tinha exame de strepto (eu já tinha pra mim que sem ele não arriscaria um pd; tinha bolsa rota sem contração (ok - porém meu maior medo), sem dilatação (ok), colo grosso (ok) há 4hs;
A parteira disse que ficava a nosso cargo ir ou não ao hospital, mas disse que dava para esperar ainda.

Eu sem conectar uma coisa a outra tive todos os sinais de que precisava me dizendo que TALVEZ fosse bom ir para o hospital naquele momento ou mais tarde e garantir uma indução, porém não foi o que fiz.

Passei o dia esperando as dores, prestando atenção a cada coisa que me acontecia e nada acontecia. Fui ao mercado comprar uma banheira que não tinha ainda, na farmácia, andei um pouco e passei o resto do dia no sofá... Parecia que eu estava desligada do mundo.

Tentava ficar conectada a internet, mas ela caia o tempo tod e assim passei o dia "longe" de pessoas que poderiam ter aberto meus olhos, me acordado para vida e tudo mais, parece que o mundo já conspirava contra mim!

Fiquei até tarde acordada com o Wil, conversamos muito, mas pouco também - engraçado isso, não sei explicar. Wil estava bem apreensivo, já sabia que não ia dormir aquela noite... Tomamos banho tarde da noite e fomos para cama.

Conversamos e lembro do Wil tentar me dizer indiretamente que do jeito que estava íamos para o hospital e que provavelmente poderia dar em cesárea, nada direto, tudo entre linhas, e hoje eu sei que eu me recusava a acreditar nisso!

Aceitei escolher as roupinhas e colocá-las na mala para passar no outro dia e ver no ia dar!

Ainda não entendo muito bem, ou me recuso a aceitar, não sei ao certo, o que aconteceu naquele dia, mas hoje enxergo o mundo de possibilidade que eu tinha e que não sei porquê não pensei nelas no dia, não entendo o que me deu!

Hoje, agora mesmo, sinto um frio na barriga de pensar em tudo o que aconteceu nesta mesma data há um ano atrás. Frio na barriga! Lembrar de tudo é como relar na forte emoção vivida e um pouco dissipada já, mistura de medo de tudo voltar a tona ou de simplesmente sentir o "deixar passar". É como um marco, é como viver de novo, dá medo, dá vontade de tentar de novo! Dá vontade de esquecer, dá vontade de mentir! Dá remorso!

Dá vontade de consertar!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Retro Lara dia 26, 27, 28 e 29/12/2009

Pois é os dias que se seguiram foram muito atarefados...

Não me lembro bem a ordem, mas fui ao cabeleireiro sem nenhum pretenção e grandes mudanças e cheguei com um cabelão quase no meio das costas e saí de lá com um cabelo curtinho beirando o ombro! Eita que sensação deliciosa de frescor liberdade rsrsr.

Lembro também de lavar todas as roupinhas da Lara sentada na cadeira pq não aguentava ficar de pé muito tempo rsrs. Não queria que ninguém fizesse isso, queria eu mesma fazer... Me lembro de pegar as roupinhas para estender com cheirinho do amaciante de bebê e ficar imaginando a Lara dentro de cada uma delas. Estendia cada um com um carinho tão grande, com o coração cheio de alegria pela minha menininha! Até hoje quando estendo as roupinhas este cheirinho me lembra exatamente este momento e oos sentimentos que tive ali!

Também fui ao Brás com a minha mãe comprar umas pecinhas de roupa que faltavam para a Lara, tudo bem rapidinho, nem zanzei como de costume rsrrs

Também fomos na Sé comprar as coisas para as lembrancinhas da Lara que eu faria ainda na semana, para voltar para casa tudo feitinho...

Lembro de por último borifar a essência nas bolinhas e deixá-las secando para no dia seguinte começar a embalar os perfuminhos de gaveta. Achei que não ia dar certo rsrsr

Beijos

sábado, 25 de dezembro de 2010

Retro Lara dias 24 e 25

Pois é minha gente nestes dias no ano passado eu estava não só muito cansada, mas com um calor, um calor que só Deus é quem me entendia...

Cada copo de água deveria ser tirado praticamente do freezer acompanhado de 2 ou 3 pedras de gelo! Afff Acho que qdo eu engravidar de novo quero ganhar no outono ou primavera, assim o tempo estará mais ameno no finzinho da gravidez!

Me lembro de dormir muito mal nestes dias, de uma azia terrível e uma alegria imensa de poder estar agora curtindo a barriga sem preocupações com nada, ou nenhuma obrigação de trabalho! Naquele momento era eu, o Wil e a Larinha, só esperando o dia certo chegar, e com a barriga tão alta como estava nós nem poderíamos imaginar que estava tão perto...

E é isso aí!

Beijos!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Natal e Ano Novo

Ah eu já falei isto aqui, não gosto de natal, sei lá porque, acho que uma análise me ajudaria a descobrir...

Ah não gosto mesmo, não vejo graça. É gostoso estar em família, curtir todos e tudo mais, mas fazemos isso outras vezes no ano também...

Tento me concentrar no real motivo de tudo, Jesus, em fazer alguma coisa mais para este lado, mas na minha família, onde eu e o Wil somos os ÚNICOS mais religiosos, de frequentar igreja e assumir uma fé, ficamos meio só nós sabe, ninguém embarca na nossa e nunca conseguimos fazer nada de valor real mesmo. Isso me entristece muito...

Sempre passamos aqui na minha mãe, todo mundo vem para cá o que já me impede de participar de alguma coisa na minha igreja... Ir em uma que não é a sua acho chato, você fica meio perdido, perde um pouco a graça, como diria meu professor de psicanálise "só entende a piada quem é da paróquia", portanto, fora de "casa" não tem graça.

Mas este ano queria fazer algo para nós, para nossa família recém-nascida. Quero que a Lara cresça entendendo o real significado do Natal, por isso vamos tentar fazer algo, nem que for atravessar a cidade para irmos no culto da nossa igreja! vamos ver!

Ah, ano novo, este sim sempre gostei! Ah como era bom de repente estar num ano novinho, repleto de possibilidades, novas, chances, mudanças, recomeço... deve ter a ver com o meu nome rsrsr

ADORO, ano novo, me programar, planejar coisas novas... Agora tem um gostinho diferente a mais, tem o aniversário da Lara. Agora todos os anos novos da nossa vida serão um verdadeira festa!

Neste ano faremos um bolo e docinhos para cantar parabéns para ela, com balões do cocoricó que ela tanto gosta e a noite ceiaremos com a família toda!

Pretendo passar a manhã só nós três relembrando aquele momento e segurando minha pequena nos braços, bem forte e bem apertado, do jeitinho que eu não pude fazer quando ela nasceu!

beijos

Retrospectiva Lara

Pois é, não aguentei minha nostalgia, as lembranças e recordações deste ano memorável que começou mais ou menos nesta data há um ano. Por isso começa agora a retrospectiva da Lara rsrsrsr

Bem em 23/12/2009 eu ainda tive que ir trabalhar. A-C-A-B-A-D-A, diga-se de passagem!

Era nosso almoço de confraternização, amigo secreto.. Foi gostoso finalizar o ano, trocar presentes, se despedir, jogar conversa fora com aquela sensação de dever cumprido e finalizado UFA!

Neste mesmo dia eu ainda voltaria para casa, arrumaria mala e cuia, gatos e cia para ir para minha mãe passar o Natal... Ainda tinha um ultrassom para fazer a tarde que eu não sabia como faria, já que tinha que ir naquele dia para mamys e ainda tinha dois gatos no carro! Resultado? Cancelei o US e deixei para semana seguinte, antes do ano novo!

Cheguei em casa, arrumei tudo com o maridão e aquela barrigona de 8 meses, arrumamos o carro e fomos para mamys... Ai ai eu só queria dormir e desacansar!

Olha só minha cara de cansada



Eu ainda estava me programando para lavar as roupinhas da Lara e fazer as lembrancinhas de nascimento...

beijos

Do passado vem a lembrança, do presente a saudade...

As vezes passo horas pensando, pensando, pensando, que nem consigo dormir!

De vez em quando eu dou uma geral no meu orkut. Vejo uma galera que não converso muito, dou uma bisbilhotada nas fotos, nos scraps, blogs (se tiverem)... Elimino uns, adiciono outros... enfim...

E hoje foi um dia destes, só olhei... Mas acabei me perguntando, perguntando para Deus na verdade, porque na vida as coisas são tão passageiras? Eu pensava que certas coisas durariam para sempre e estas mesmas acabaram bem rápido...

Olho em volta e vejo que me sobrou quase nada de um passado não muito distante, um passado que foi muito querido para mim, um passado feliz - graças a Deus! -, cheio de histórias, acontecimentos... E aí entra meu questionamento para Deus, o que aconteceu? Poruqe disso tudo? Para quê? Sei lá, é um sentimento muito estranho!

Não me arrependo de nada que fiz, de nada que escolhi, e o que está escrito no meu perfil é exatamente como me sinto sobre mim mesma, sobre minhas escolhas, sobre minha vida. Mas continuo pensando, pensando, pensando...

As vezes até solto umas pra Deus "mas que raios o Senhor está pretendendo???" E os últimos acontecimentos da minha vida só me fazem questionar (no sentido de perguntar mesmo, pq quem sou eu para interrogar Deus!) ainda mais...

Não sei qual é a dEle, mas minha vida, em 5 anos, deu uma reviravolta que nunca antes eu poderia pensar, imaginar, sonhar ou divagar!

Que saudade das longas conversas na porta da igreja... De retiros longes e desconfortáveis, porém tão agradáveis a alma... de reflexões em meio a amigos... de vivências e experiências... de viagens... de risadas e piadas... de pizza frita... de canções... de algumas vozes doces e marcantes... de alguns pregadores...

Saudade é bom né! Quer dizer que a lembrança que ficou não só é positiva como faz bem a alma!

Fim de ano é assim... bate a nostalgia...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sobre verdades e boa convivência...

Quem é que já não optou por ficar "de boa" com alguém, - próximo, distante, conhecido, desconhecido, amigo, colega, parente (...) - só em nome da "boa convivência"? Eu já! Muitas vezes!

Quando eu era mais nova, época de escola, eu era daquelas invocadas sabe?! Se folgassem comigo eu respondia na lata, não guardava desaforo de jeito nenhum!

Mas a gente cresce e aprende que na vida nem tudo é assim né?! Mudei, mudei muiiiito. Me tornei mais doce, mais calma, mais tolerante!

E neste caminho de amadurecimento e auto-conhecimento confundi opinião com temperamento. Acabei deixando de falar o que pensava, de expressar o que queria e coisas assim achando que estava sendo tolerante. Mas não era isso. Descobri depois!

Hoje sou uma pessoa, na verdade equilibrei o verdadeiro eu, que não deixa de dizer o que pensa. As vezes isso sai de um jeito meio torto, as vezes sai exatamente como deve ser. Mas eu prefiro assim.

Acho horrível o tipo de pessoas que concorda, que aceita, abaixa a cabeça só para fica "bem" com os outros. Abdica das próprias convicções em favor de não "arrumar briga". Eu sou o contrário, eu defendo minhas opiniões até o fim, permaneço convicta daquilo que acredito, porque acho que isso demonstra a minha integridade, a veracidade do que sou!

Infelizmente num mundo de aparências como este que vivemos isso não é bem compreendido, nem bem vindo, mas fazer o quê? Será que vale a pena "mentir", "omitir", se "esconder" em nome de sorrisos falsos e apertos de mão?

Eu escolhi ser verdadeira, mas é claro que sinto muito que algumas pessoas queridas não entendam bem isso... Mas eu jamais direi algo ao contrário do que penso!

Mesmo que verdades me machuquem de alguma maneira, me façam refletir, me interiorizar, me afastar ou me chocar, antes elas do que falsas concordâncias ou sorrisos.

Hoje tenho orgulho de dizer que quem está ao meu lado é por que está verdadeiramente me sorrindo, me chamando a atenção, me fechando a cara, seja o que for...

Algumas pessoas precisam aprender que discordar não é feio, que não se arranja briga por isso, que não há necessidade de se justificar ou coisa assim... Opinião é opinião, cada um tem a sua, as vezes uns trocam com outros as suas, compartilham, aprendem ou mesmo intensificam sua opinião inicial... Mas nada como a verdade não?! A verdade que cada um profere ajuda a criar um ambiente puro onde muitas idéias podem crecer e florescer!

Sinto pelos que se ofendem com as verdades... antes elas do que sorrisos amarelos!

Beijos

11 meses da Lara

Oi gente! Faz tempo que não escrevo sobre nós aqui... mas é a correria e agora Lara não dá sussego para escrever, quer ficar correndo a casa toda e com uma escada no caminho não dá para tirar os olhos...

Bom, semana passada foi agitada, tivemos o aniversário de 1 ano da Mariana, amiguinha da Lara. Eu engravidei um mês depois do que a Pâmela (mãe da Mariana), e curtimos a gravidez juntas. Nos conhecemos na pós-graduação e nos tornamos amigas... Os pensamentos parecidos nos aproximaram e aí veio a gravidez...

Na segunda-feira a tarde Lara vomitou e vomitou e vomitou. Foram 6 vezes! Fiquei muiiiiito preocupada. A pediatra dela pediu para que avisássemos se ocorresse mais uma vez e pediu que continuássemos hidratando ela.

E assim foi... No outro dia, mais um episódio de vômito e ela sem querer comer NADA. Ai ai viu, minha picota nunca tinha ficado assim na vida! Mas incrivelmente estava brincando e animada...

Na quarta eu acordo mal, com dores fortes de estômago, vômito e diarréia. E agora Lara também tinha diarréia, mas sem vômitos mais...

A tarde não aguentei e pedi para o marido vir para casa me levar ao hospital. Lá fomos os 3 para o São Luiz - ô hospital cheio esse no Anália Franco viu!

No fim fiquei lá tomando soro com medicação,a Lara passou no PS tb só por via das dúvidas. Ela estava bem,, hidratada, animada, mamando então o negócio é só continuar hidratando... E eu tb!

Voltamos todos cansadérrimos e dormimos as 21h da noite! Coisa inédita aqui!

Na quinta, na consulta dela fiquei muito chateada, pq no fim das contas o saldo de ganho de peso da Lara no mês e meio foi de 160g só!!! Está com 7.860k e 72cm (acho que é isso). De resto ótima como sempre! Liberada para comer de tudo de acordo com a aceitação. Mas ela já tem comido a nossa comida combinada com a dela no almoço e na janta só papinha de legumes mesmo, para não pesar!

Esta semana introduzi carne orgânica - se é que dá para dizer isso - mas provisoriamente, até irmos a nutricionista em janeiro. Achei carne bovina orgânica e frango caipira (criado solto, sem hormônios e etc). Frango ela gostou, mas carne vermelha não gostou muito não.

Faz uma semana que eu não consigo deixar de pensar no ano passado nesta mesmo época... Todo dia fico lembrando o que eu estava fazendo no ano passado... Quando deito fico lembrando do tamanho da barriga e das estripulias que a Lara fazia quando eu me deitava... Tá batendo a nostalgia... Minha filha já vai fazer 1 ano!!! Como o tempo passa rápido, nem consigo acreditar! A sensação é de que ontem mesmo eu estava grávida...

Fica fotinho da Lara com 10 meses exatos!!! Fico devendo foto mais atual!



Beijos

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Tapetes emborrachados ameaçam saúde das crianças

A associação belga Test-Achats alertou para a nocividade dos tapetes emborrachados.

Análises comprovaram que os populares tapetes infantis emborrachados em formato de quebra-cabeça possuem partículas tóxicas na sua composição. A polêmica ganhou força na última sexta-feira com a retirada dos produtos das lojas belgas pelas autoridades. A França também reagiu e marcou para esta segunda-feira uma reunião que decidirá se o brinquedo vai ou não sair das prateleiras.

A Bélgica anunciou que quase todos os tapetes emborrachados disponíveis no mercado, muito utilizados para crianças, possuem níveis elevados de partículas tóxicas. O principal problema está na presença de formamida, uma substância química cancerígena utilizada para deixar o material mais macio e amortecer as quedas.

Segundo a associação belga Test-Achats, os tapetes, geralmente utilizados por crianças entre três e quatro anos, são nocivos quando inalados ou mordidos e irritam os olhos e a pele. A multa para os estabelecimentos que insistirem na venda do produto pode chegar a 20 mil euros, cerca de 45 mil reais.

A porta-voz do Ministério belga encarregado da proteção dos consumidores, Marie-Isabelle Gomez, afirmou que "a Bélgica é o primeiro país europeu a proibir a venda dos tapetes emborrachados, mas nós antecipamos a decisão europeia que proibirá a formamida em todos os países da União Europeia a partir de 2013".

Em 2009, entidades de proteção do consumidor de Portugal, Espanha, Itália e Bélgica já alertavam para o risco destes tapetes. Um estudo realizado pela revista portuguesa "Teste Saúde" analisou oito marcas à venda no país e quase todas confirmaram a presença de formamida. As outras três nações realizaram uma investigação conjunta em 26 produtos; desse total, apenas a marca espanhola Eureka Kids não tinha esta substância tóxica.

Durante o último final de semana, os tapetes continuavam sendo vendidos nas lojas francesas. Por precaução, alguns comerciantes decidiram retirar o produto das prateleiras enquanto as discussões estiverem em andamento.

No Brasil, os tapetes emborrachados em formato de quebra-cabeça são amplamente vendidos no mercado nacional.


Reportagem extraída daqui ó.

Cada dia mais tenho certeza que a saída para uma vida equilibrada, saudável e segura é voltar as origens... cada dia mais dou valor ao que algumas pessoas escreveram sobre vida natural e simplicidade... Cada dia mais acredito que o menos nesta vida é com certeza mais... Que o desapego as modernidades, facilidades, futilidades, beleza perecível entre outras coisas são um "deserviço" à vida, à saúde, à tudo! Cada dia mais intensifico meu sentimento que move minha busca pelo desapego, simplicidade e equilíbrio!!!!

beijos!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Uma chegada feliz? Depende...

"A criança, antes do nascimento, não está numa dependência absoluta?
Por ocasião do nascimento, o que acontece? Uma aventura extraordinária, uma agitação, uma revolução: o sangue que, até então, ia pelo cordão umbilical, aventura-se através dos jovens pulmões! (...)
Respirando, a criança toma o caminho da independência, da autonomia, da liberdade.(...)
Mas o sangue abandona de modo imediato e rude o velho caminho cordão-placenta? Isto acontece de repente? Lança-se como um louco nos pulmões?
Depende.
E aí está toda a questão.
Essa passagem pode se fazer lentamente, com doçura, ou de modo brutal, em pânico e terror; e o nascimento se torna um despertar tranquilo ... ou se transforma em tragédia."


Livro: Nascer Sorrindo, Frédérick Leboyer - pág. 70

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fraldas de pano - eu uso!

Oi minha gente!

Já faz alguns meses desde que a Lara começou a usar fraldas de pano.

A primeira vez que ouvi falar das mesmas sempre pensei naquela coisa esquisita branca, melequenta e trabalhosa das fraldas brancas com calças plásticas. Soava algo só para quem não tinha condições de ter fraldas descartáveis ou bebês alérgicos.

Quando comecei a ir atrás de encontrar um sling para Lara descobri outras fraldas de pano, feitas no formato das descartáveis, lindas, charmosas e práticas (aparentemente pelo menos). Fiquei com vontade de ter só porque eram lindas hahha!

Passou.

Meses depois que a Lara nasceu tive outro contato com fraldas de pano, mas sem muita empolgação. Aí eu descobri algo que eu não sabia, quer dizer, sabia, mas não exatamente!

Fraldas descartáveis levam cerca de 450 anos para se decompor no meio ambiente. Só a Lara usava cerca de 116 fraldas/mês com 5 meses, quer dizer que no início ela usou bem mais que isso. Somados os meses a dois anos de vida (mais ou menos), percebi a catástrofe que ela causaria ao meio ambiente e aí pegou no meu calo!

Eu que sou defensora dos animais, prezo pela vida dos mesmos, pelo seu habitat, pelo respeito a sua liberdade não podia deixar de pensar que estava cooperando para estragar a casa deles! Também não podia deixar de pensar que eu como cristã, que acredito que o mundo foi criado por Deus e deu aos homens a responsabilidade de cuidar de tudo, estava cooperando para a destruição do mesmo!!! É minha responsabilidade cuidar do meio ambiente, dos animais, da vida, da flora como cristã que sou!

Mas ainda tinha um porém, assaduras! Lara tem pele delicada, muito sensível, tinha medo de causar assaduras nela, coisa que NUNCA teve, mas aí me explicaram que a maior causa de assaduras eram por causa da química contida nas fraldas descartáveis, que em tecido natural a pele não tinha o que rejeitar. Pronto a última pedra havia sido tirada!

Então eu e meu marido tomamos a decisão de usar as fraldas de pano!

Comprei 2 para experimentar e desde então me apaixonei. Mas até aí não conseguia usar 100% do tempo, pq não tinha muitas, então não podia dizer que o negócio era realmente simples como as descartáveis. Mas hoje eu posso!

Aqui, para nós, fraldas de pano são muito práticas, só tem um incoveniente a bolsa de sair fica mais cheia por conta delas, mas só!

Hoje Lara só não usa fraldas de pano para dormir a noite, de resto, só fraldas de pano!!!

Hoje as fraldas de pano são muito mais modernas e práticas, muito mais difícil de ter vazamentos, portanto se assemelham e muito as descartáveis... E cá entre nós, Lara tem muitas fraldas de pano que seguram muito mais tempo de xixi do que algumas marcas descartáveis do mercado, tida como de ótima qualidade por muiiiiitas mamães!!! Acreditem se quiser!

Sobre praticidade não tenho do que reclamar, as lavo dia sim, dia não, a noite. Estendo e normalmente no outro dia pela manhã estão todas secas. Não precisam ser passadas (e é melhor que seja assim), nem alvejadas, basta sabão de coco e água!

Esfregar só as de coco, e depois máquina de lavar! A bendita faz tudinho!

Mas ainda tenho a impressão que rola muita insegurança e preconceito sobre as fraldas de pano. Uma das razões é que quando surgiu as descartáveis elas eram imensamente caras e só pessoas com poder aquisitivo razoável/alto podiam pagar! Acabou se tornando um artigo de luxo. Pessoas comuns, como a minha mãe, por exemplo, eram "obrigadas" a usar fraldas de pano em seus bbs. Fraldas que vazavam, numa época em que se acreditava que TINHA que quarar as fraldas, passar, demandava um trabalhão... Sem falar que não xistiam máquinas de lavar tão modernas como as de hoje, inclusive com lavagem de higienização. Então a medida que as classes sociais de renda mais baixa foi conseguindo adquirir estes produtos ele também se tornou uma conquista de status, quem continuava a usar fraldas de pano era porque era muito pobre ou o bebê tinha alergia de todas as marcas disponíveis no mercado!

EU penso que hoje podemos olhar para trás e reavaliar estas questões. O meio ambiente está numa situação crítica, e nós fizemos isso, usando produtos poluente, artigos de plástico em demasia, excesso de descarte de lixo e etc. É preciso deixar questões, na minha opinião, tão fúteis e pensar em algo maior, melhor. Todas nós mães queremos o MELHOR para nossos filhos, o melhor de tudo, sem dúvidas, e pensar no melhor é também pensar em deixar o melhor planeta para eles e nossas gerações viverem! Deixar um planeta melhor para os filhos e filhos melhores para o planeta!

As escolas trabalham anualmente com temas sociais e de meio ambiente, vemos em todos os lados propagandas e incentivos educacionais para conscientização da reciclagem, a coleta seletiva e etc...Mas e na prática, será que acontece muito também? Não sei!

Soube de fraldas descartáveis biodegradáveis, que se decompões em cerca de 50 dias, maravilha não é?! Mas até onde eu saiba, não existem no Brasil. Seria uma saída? Acho que sim! Mas me veio outra questão, mesmo usando fraldas biodegradáveis, será que, por conta da quatidade de fraldas descartadas num determinado lixão, elas não saturariam a terra? Também não sei. Penso que mesmos estas deveriam ser usadas com moderação...

Isto aqui não uma intimação (até parece rsrs), ou algo do tipo. Cada um tem suas escolhas, esta foi a minha. Não desmereço quem opta pelas descartáveis ou coisa do tipo. Cada um na sua né? Mas fica aí minhas impressões, e o porquê das minhas escolhas, quem sabe, assim como eu fui inspiradas por outras mulheres eu sirva de inspiração a alguma corajosa que resolva experimentar... Afinal das contas, não custa nada né?!

O mundo, o meio ambiente e o futuro agradece MUIIIITO!!!

Uma fotinho da Lara quando começou no mundo das fraldas de pano:




Quer saber mais:
grupo de discurssão no yahho sobre fraldas de pano: fraldadepano@yahoogrupos.com.br

Beijos

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Vendendo carrinho de bebê e bebê conforto

Olá

Para facilitar vou deixar as informações dos itens que estou vendendo.

Qualquer dúvida entre em contato pelo email pamelamaterna@yahoo.com.br

1) Carrinho Burigotto modelo ATX, trava nas quatro rodas, as mesmas giram 360° (as 4) danado maior liberdade de movimento em qualquer direção/posição, 3 posições de recline, serve para recém-nascidos, alça troca de lada para levar carrinho olhando para o bebê, cinto de 5 pontos. R$ 300,00







2) bebê conforto Burigotto modelo Touring, encaixa no carrinho acima e em outros modelos burigotto (vc deve checar em quais, mas qdo comprei servia em vários), de 0 a 13kg. vem com dois redutores de assento, este da foto e outro em modelo U, cinto de 3 pontos. capa flora e protetor de piquet são brindes. R$ 90,00

************ BB CONFORTO VENDIDO *************



3) carrinho passei Burigotto modelo Bye Bye, vermelho/preto, trava nas rodas traseiras, fecha guarda-chuva, alça lateral para carregar, 3 posições de recline, porém não há recline total não sendo seguro para recém-nascidos, cnto de 5 pontos, encosto de perna ajustável e apoio para os pés. Tem um colchonete floral vermelho/branco no avesso de brinde para quem quiser. R$ 180,00




manual eu tenho, mas preciso procurar para quem quiser...

Aceito contra-proposta.

Bjos

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Biofilia

Por que temos necessidade de ir à praia, viajar para o campo ou mesmo dar aquela passadinha no parque aos finais de semana?

A Teoria da Biofilia defende que nós seres humanos fazemos parte do mundo natural e que por conta de milhares de anos deixou um legado genético que nos liga profundamente ao resto do mundo vivo. Esta teoria é descrita no Livro “A Hipótese da Biofilia”, publicado pelo antropólogo Stephen Kellert da Universidade de Yale, EUA.

O que é “Hipótese da Biofilia”?

O termo foi criado pelo cientista Edward Wilson significa a necessidade de estar em contato com a natureza. Contato esse que acredita-se fundamental para manter o bem-estar do do ser humano inclusive de sua saúde.

Golfinhos tratando nossa depressão:

A Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha fez uma pesquisa em Honduras com 30 pacientes que sofriam de depressões leves a moderadas. Ao longo de duas semanas 15 pacientes fizeram mergulhos diários interagindo com os golfinhos durante 1 hora. Os outros 15 pacientes também fizeram mergulhos na região, mas sem a interação com os golfinhos. Durante esse período todos os pacientes deixaram de tomar medicamentos antidepressivos.

Ao final das duas semanas ambos os grupos apresentaram melhoras e voluntários de ambos os grupos relataram 3 meses após o experimento, não terem tornado a tomar medicamentos e estarem com a saúde mental saudável.
Isso comprova os benefícios de nosso convívio com a Natureza.

O grupo que interagiu com os golfinhos obteve melhoras ainda mais significativas.
Assim como as interações com nossos bichinhos de estimação comprovadamente nos acalmam, reduzem a pressão sanguínea e batimentos cardíacos, os golfinhos por sua beleza e estímulos emocionais positivos resultaram numa melhora turbinada.
Alguns defendem a teoria que as ondas ultrassônicas emitidas pelos golfinhos além de outros mamíferos marinhos possam também trazer efeito benéfico sobre a saúde mental de humanos.

A terapia com golfinhos já é utilizada no auxílio da reabilitação de crianças.

Criatividade

De acordo com o Dr. Alfredo Castro, psiquiatra e psicoterapeuta da Infância e Adolescência, ex-presidente da Assoc. Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil (RJ) a biofilia abrange vasta quantidade de estímulos naturais expressos em emoções. Os pesquisadores acreditam que a interação com a natureza tenha tido importante papel na formação de muitas características humanas, incluindo intelecto, emoções e senso estético. Conhecimento, inspiração e capacidade de apreciar o belo e harmonioso são frutos do milenar relacionamento e dependência do homem com a natureza. Mesmo hoje, quando boa parte da humanidade não depende mais diretamente da natureza para sua sobrevivência básica, o ambiente continua a ter papel importante. Experiências mostraram que pessoas isoladas da natureza ficam psicologicamente fragilizadas. Uma das mais intrigantes hipóteses estudadas pelos defensores da biofilia demonstrou que a criatividade também pode ser estimulada pelo contato com a natureza, que levaria a um estado emocional favorável ao desenvolvimento do intelecto.

Tirei daqui ó.

É... ELLEN WHITE JÁ HAVIA ESCRITO SOBRE OS BENEFÍCIOS DA VIDA NATURAL, SAUDÁVEL E PERTO DA NATUREZA MUIIIIIIIIIITOS ANOS ANTES DELES!

Quem sabe um dia eu seja abençoada a ter uma vida terrena bem mais perto da natureza... é nosso sonho familiar... Mas ultimamente só se aqueles 150 milhões da mega sena tivessem saído para nós! hahhahah

Beijos.

Pesquisa mostra que mães não sabem alimentar seus bebês

A maioria das mães não sabe alimentar seus bebês, o que aumenta o risco de carências nutricionais e de doenças crônicas no futuro. A conclusão é de uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo.

O estudo avaliou quase 200 bebês de todas as classes sociais, com idades entre quatro e 12 meses. Deles, metade já não recebia aleitamento materno exclusivo.

A idade média de introdução da mamadeira foi três meses. Recomenda-se o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida.

Outro problema apontado pelo estudo é o alto consumo de leite de vaca integral, contraindicado antes de a criança completar um ano.

Além de não possuir a quantidade necessária de nutrientes essenciais ao bebê, o leite de vaca expõe a criança ao risco de alergias. Para piorar, muitas mães adicionam açúcar, achocolatados e cereais à bebida.

O leite de vaca também facilita o aparecimento da anemia, por sua baixa quantidade de ferro em relação ao leite materno, o que leva a comprometimentos cognitivos e emocionais da criança.

Dos bebês avaliados, apenas 12% dos menores de seis meses e 6% dos maiores recebiam as fórmulas infantis à base de leite apropriadas para a faixa de idade.

Ainda assim, poucas mulheres sabem prepará-las: apenas 23% das mães fazem a diluição correta. Quando a proporção não está na medida certa, há risco de diarreia, desidratação e de falta de nutrientes.

“JUNK FOOD”

A pesquisa também revelou que as crianças recebem muito cedo alimentos inadequados, como doces industrializados, biscoitos recheados e até refrigerantes.

Esses alimentos têm alto teor de gorduras e açúcares, o que predispõe à obesidade. Em contrapartida, recebem pouca quantidade de frutas, verduras e legumes.

“Há um descontrole nas famílias, são pais e mães que descuidam da própria alimentação”, analisa a pediatra e nutróloga Roseli Sarni, uma das autoras. “Há muita desinformação.”

“É um problema grave e a realidade provavelmente é ainda pior”, acredita Ary Lopes Cardoso, chefe da unidade de nutrologia do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Para elaborar o cardápio dos filhos, a grande maioria das mães (67,7%) segue sua própria experiência ou de sua família. As orientações passadas pelo pediatra ficam em segundo plano.

Fonte – Folha Online, imagens: Getty Images

Eu tirei daqui ó.

Beijos

Quando a alma não extravaza o corpo sente...

Tenho providências a tomar...

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a”criança interna” tiraniza.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar

Retirado do blog da Weleda, aqui ó.

Beijos

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Quer enriquecer a papa de seu bebê?

Quer deixar a papinha salgada de seu bebê mais rica nutritivamente? Ou mesmo uma sopa para família, ou mesmo o feijão e quem não sabe o arroz?

A minha resposta é um caldo de talos! Isso um caldo feito com talos de diferentes verduras.

Dia destes ao preparar a papinha da Lara reparei no monte de talos grossos que eu desperdiçava. Porque aqui é assim, a verdura vai fresquinha para a papinha, não cozinho junto, as vezes coloco um talo lá no meio mas é difícil, porque depois de sepedaça, fica uns fiapos e difícil de separar, além do quê acho que a verdura fica com cara de morta quando cozinhamos ela junto com os outros ingredientes, salvo algumas que precisam de cozimento (como o espinafre - vi uma repostagem dizendo que ele libera um toxina por isso precisa ser cozido e ter seu caldo disperdiçado.

Como eu higienizo todas as verduras assim que entram em casa eu resolvi pegar todos os talos das verduras, talos das salsinhas, cebolinha, aquelas folhas grandes do alho poró, coloquei tudo numa panela de pressão (para economizar gás e tempo de cozimento), adicionei metda da quantidade de talos de água filtrada e coloquei para cozinhar. Deixei o suficiente para pegar pressão e mais uns minutinhos (cerca de 5). Desliguei, bati no liquidificador, coloquei em forminhas de gelo e deixei congelar. Aí é só desenformar e colocar tudo num pote ou saco plástico e usar como quiser.

Eu costumo usar um cubo por refeição. Se vou cozinha a mais uso mais um cubo.

Acho mais prático do que ficar colocando tudo toda vez, além de você acrescentar sabor.

Fica minha dica.

beijos

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

De mãos dadas

"Algum tempo passará até que seu filho possa andar, seguro pela sua mão, e poderão viver juntos, de mãos dadas, esta primeira fase importante.
O primeiro brinquedo de seu filho - já no útero - foram suas mãos!
A criança chupava frequentemente o polegar. Também nos mesesapós o nascimento continuará levando suas mãos à boca, quando chegam lá por acaso.
Com um trimestre de idade o fará conscientemente. Ofereça-lhe seus dedos frequentemente para brincar: o primeiro brinquedo "estranho" para seu bebê. Sentir as mãos quantes e macias dos pais lhe proporciona segurança e um sentimento de confiança. Acaricie suas mãozinhas, esquentando-as. Segure seu bebê firmemente - também isto é sinônimo de segurança. Acaricie todo o corpo quando ele parecer estar com medo, isto acalma. Massageie sua barriga para combater as cólicas. massageie seu corpo todo, isto é bom para a alma."


Livro: Pekip - Anne Pulkkinen, pág. 9

Impedir seu bebê de ter contado com a própria pele, por meio das mãos, é impedir que ele se conheça cada dia mais. Colocar luvinhas nas mãos na inteção de impedir que o bebê coloque as mesmas na boca, para mim, é uma forma de tolhimento, de corte, de ruptura com o que é natural e bom.

Beijos

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Inaugurando seção: "EU QUERO"

Bom eu coleciono imagens, praticamente, de coisitas que quero... e deixo lá bem organizadinhas nas minhas imagens para eu sempre me lembrar e quando achar TER!

Bom iniciando a seção "MAMÃE EU QUERO!", não poderia ser outra coisa, para uma gatófila, do que isto:



Gente não é um arraso?! Ai EU QUERO! Minha mesa de jantar ia ficar lindona com um porta guardanapos destes!

Olha só quem quiser me dar não me importo não tá?! Lá na Gift Express

Ah e se achar me avise por favor!!!

beijos e suspiros... ai ai...

sábado, 18 de setembro de 2010

PE (programa de emagrecimento)

Ai ai... nas últimas 2 semanas andei meio formiga, meio não, totalmente, e não consegui deixar a comilança de lado ou controlada... Voltei ao que estava quando decidi emagrecer...

Mas paciência... sem sofrimento, só perseverança...

E vamos que vamos...

Universo x Deus

Eu ADORO astronomia. Quando estava na faculdade consegui entrar para uma matéria no curso de Astronomia (da própria universidade). Ahhhh que aulas fantásticas... Infelizmente não dei continuidade no curso pois o horário conflitou com outras obrigações da faculdade.

Mas SEMPRE me encantei com a imensidão do espaço, com seu mistério, com suas distâncias impressionantes... Quando penso nisso meus olhos se enchem de lágrimas, me emociono. Porque? Por que me revelam Deus!

Sempre me acharam esquisita por ser uma cristã convicta e não necessariamente criacionista. Bem, eu sou, mas meu pensamento sobre criação é diferente.

Quando o canal Discovery passa documentários sobre o universo, as estrelas, o cosmos, lá estou eu com os olhos estatelados e cheios de lágrimas... Como não ver e saber de tudo aquilo e não pensar em Deus???

Os cientistas vivem falando de como o acaso criou o universo e como as coisas conspiram para tudo existir... Mas quando vejo estes documentários, as imagens e tudo mais só consigo enxergar Deus, na sua glória manipulando aquilo, criando explosões, "acendendo" estrelas, apagando outras, como um químico, ou - mais poético - um alquimista, misturando, mexendo, dando cor, cheiro... Isso faz muito mais sentido (não de possibilidades, mas de glória e poder mesmo) para mim do que a criação pelo estalo de dedos! Para mim é muito mais grandioso esta manipulação do universo para CRIAR vida, do que ela surgir do nada. As vezes até imagino Deus rindo, como uma criança que ri de uma piada boba, ouvindo e vendo os cientistas alegres falando sobre como a vida evoluiu do "nada"... Me sinto tão feliz ao imaginar Deus rindo (não como deboche) da ingenuidade do homem! Isso aquece minha alma!

Já ouviram falar de outras estrelas bilhões de vezes maiores e mais quentes que o sol??? Fazem ele parecer menor que um grão de mostarda! Há tantas galáxias... Tantos planetas, que seria no mínimo egoísta acharmos que somos só nós neste universo todo. Se nos compararmos ao universo somos simplesmente insignificantes e mesmo assim Deus se inclinou a nós, nos amou, nos desejou, planejou e nos deu um lugar lindo e maravilhoso para vivermos, e chegou ao máximo do amor ao contemplar o sofrimento e morte de seu filho para que nós tivéssemos chance de salvação... E ainda hoje continua a nos amar... Não é impressionante???

Quando penso nisso me envergonho de quem eu sou, e me alegro por tudo que Deus faz por nós! Chego a pensar o porquê que Ele nos ama tanto?!

Se é fantástico acreditar que o mundo surgiu do nada, é ainda mais grandioso pensar que Deus manipulou o universo - criado por Ele mesmo - juntou isso e aquilo, já prevendo que o homem duvidaria dEle, e fez tudo o que conhecemos!

Já ouvi críticas por dizer que não achava simplesmente que foi uma criação instantânea, mas sim como se Deus fizesse um bolo, juntou os ingredientes, deu aroma e sabor preferidos e botou no forno!

Mas não acredito nisso ou naquilo e pronto! Para mim Deus é o criador todo poderoso, e a maneira como ele fez isso pouco importa!

Importa é que O reconheço como Pai e Magestade, Rei e Senhor, Glória Eterna!

Olho para o céu e vejo como sou um nada... vejo as estrelas... imagino o vasto universo... e invento contemplar a face do meu Senhor!

Feliz Sábado!

Beijos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Devaneios

Ai gente as vezes bateu um sentimento...

Toda vez que vejo uma barriga de grávida sinto uma invejinha (branca hein), uma saudade de sentir minha filhota dentro de mim fazendo estripulias...

Mesmo tendo tido uma gravidez enjoada, no real sentido da palavra rsrs, sinto muito saudade desta fase, é tão bom...

E aquele bebezico recém chegado ao mundo... Encolhidinho, mimosinho, cheirando barriga ainda... ai que delícia...

Minha filha nem tem um ano ainda e eu aqui com saudade dos tempos de início rrsrs. Deve ser porque a Lara não me dava trabalho nenhum (a não ser acordar a noite - normal né!), era uma bebê anjo, sem chorar por nada, praticamente sem cólicas, não tivemos nenhum problema desta ordem - de enlouquecer. Será que um segundinho será assim também?

Devaneios... devaneios...

Bom mas deixa esse papo louco pra lá, porque um segundinho/segundinha aqui só para daqui uns 3 anos (ou mais, vamos ver rsrrs)

Beijos

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Deus é Deus!

(...)Sabemos que Deus está no controle do universo e, por isso, podemos descansar seguros. Mas também é importante o conhecimento de que este Deus que está no céu escolheu se inclinar para a terra para ver a nossa aflição e ouvir as nossas orações. Ele não está tão acima de nós a ponto de não ser tocado por nossas lágrimas.
Embora não possamos ver seu propósito ou seu plano, o Senhor do céu está no seu trono e no firme controle do universo e de nossa vida. Assim, nós lhe confiamos o nosso futuro. Nós lhe confiamos nossa vida.


livro: Melhores dias virão, Max Lucado

FELIZ SÁBADO!

beijos

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Demarque limites amplos

Muitos pais deizem: "Eu não aceito isso. Meu filho precisa aprender a ter cuidado com as minhas coisas, ou a ficar longe delas!"
Em termos de princípios, acho que esta posição está certa, mas não para uma criança de dez meses. Você pode começar com isso quando ela tiver mais de 2 anos.
Lembro de uma mãe com um filho de uns dez meses de idade. Ela contou que ele sempre engatinhava até a estante de livros para tentar tirá-los.
- A criança precisa aprender que não pode pegar nos livros, não é verdade? Eu sempre lhe dou um tapinha na mão, mas não adianta nada.
- Diga-me, quantas vezes por dia ele engatinha até a estante?
- Bem, pelo menos umas quarenta ou ciquenta vezes.
- E cada vez ele leva um tapa nas mãos?
Expliquei-lhe que assim não funciona e sugeri que ela tirasse os livros das fileiras de baixo e colocasse no lugar uma criança ativa de dez meses não toque nos livros é demais. Ensinar-lhe isto meio ano depois pode dar mais certo.
As crianças lidam com objetos de maneiras muito diferentes. Faça um teste: muitas crianças pequenas irão colaborar se você as deixar acariciar um livro e lhes disser: "Com isso você precisa ter muito cuidado!". A experiência comprova que uma criança que tem um bom espaço aceita limites antes de outra que o dia todo só ouve "não, não, não!".


Livro: Mãe pela primeira vez, pág. 51 e 52.

Bom senso é a palavra chave não acham???

Beijos

Aprendendo a engatinhar

No segundo semestre de vida, a criança aprende habilidades importantes como engatinhar, sentar e, às vezes, até andar. Muitas vezes se mede o desenvolvimento da criança por estas coisas. Por favor, nada de orgulho "falso" ou preocupação desnecessária! Um se desenvolve mais rápido, outro mais devagar. Uma criança que sempre pode movimentar-se livremente começará no tempo certo, de acordo com sua maturidade.
É claro que você pode ajudar um pouco. Se o bebê está deitado de barriga para baixo e você faz força com a palma da mão contra a sola dos pés, com frequência ele começa a empurrar-se para a frente. Ao mesmo tempo, você pode atraí-lo com um brinquedo. Uma vez que a criança compreende como avançar, logo se arrastará feliz pela casa. Cada obstáculo é bem-vindo para ser vencido.


Livro: Mãe pela primeira vez, pág. 49

Beijos

Trechos de livros

Pessoal vou postar trechos de alguns livros que li ou que estou lendo. Coisas que eu acho que são interessantes, legais ou úteis... Aquilo que me tocar postarei. As vezes com um comentário, as vezes não rsrrs

Espero que curtam...

Bjos

Engatinhando...

video

Pra ficar bem pertinho

Sou simpatizante da cama compartilhada. Não sou contra quem deixa seus bebês dormirem em seus próprios quartos ou berço, nem quem adota a mesma (cama compartilhada)por vários anos. Cada um sabe o que melhor cabe na sua dinâmica familiar. Na minha cabe as duas maneiras rsrrs. Mas não vim falar disto hoje, mas de acessórios para isso ou coisa parecida a isso (a cc).

Minha filhota ao nascer dormiu conosco no mesmo quarto pois estávamos na casa de mamãe, mas quando fomos para a nossa casa logo a deixamos dormir em seu cesto moisés, em seu quarto. Ela ficou numa boa, por um tempo... Lá pelo 2º mês e meio ela entrou num esquema muito cansativo para mim e optamos experimentar a cc (cama compartilhada) e amamos a experiência. Tanto ela como eu dormimos melhor desde então! Hoje em dia há épocas em que vai bem no berço, outras na cama. Tá bom para nós!

Nas fuçanças na net encontrei isto:



Não é o MÁXIMO??? Ah gente olha que delícia ter a cria ali pertinho, mas cada um no seu canto. Acho perfeito para o comecinho ou para bebês que sentem necessidade de proximidade, enfim, pra quem curte o esquema!!! Tirei daqui

Mas este item maravilhoso, cheio de estilo não é daqui de nosso brasilzão não, ele é gringo, italiano... Ai ai...

Mas achei este aqui:



Achei muito fofo, uma miniatura de berço mesmo. Cá entre nós, é só um mimo mesmo né? Porque o carrinho oferece a mesma função (apesar de eu achar que ele deve ser desconfortável, de certa maneira, para um RN, melhor uma caminha mais aconchegante não?). O mini-berço é muito mais prático e compacto. A grade abaixa, fica do ladinho da mamãe, sem risco algum para nenhum dos dois, garantindo comodidade (na minha opinião claro!). Veja mais informações aqui

Eu optei por um cesto moisés em vime. Sempre achei LINDO, e acho que os bebês se sentem mais aconchegados, além da praticidade de caber no nosso quarto caso precisasse. Mas confesso que no fim das contas só comprei o cesto porque não achei uma opção mais em conta e igualmente charmosa. Se tivesse encontrado este mini-berço na época, provavelmente teria comprado ele. Mas não me arrependo, acho o cesto um charme só e a Lara adorava dormir nele... Vejam só:



Bjos

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Programa de emagrecimento

Bom gente, Lara já tem 8 meses e eu muito mais do que 8 kilos para emagrecer... rsrrs Tá na hora de tomar as rédeas da situação e emagrecer né?! Já que aquela fome de louco da amamentação já passou!

Faz cerca de umas 2 ou 3 semanas que resolvi emagrecer , na ocasião me pesei e estava com 73k, e umas duas que deixei de jantar e faço um refeição mais leve ou um lanche nutritivo (frutas, cereal, pão, alguma coisa enfim). Não consegui me pesar semanalmente, mas me pesei no sábado e estava com 71,900k. Fiquei muito feliz porque com pouco esforço consegui perder uns kilinhos, pouco mas já algo né?!

De hoje em diante vou me pesar semanalmente e vamos ver se isso me dá mais incentivo decontinuar nesta empreitada e a melhorar mais e mais.

Minha meta é pesar por volta de 62k até o fim do ano, cerca de 10k vai, tomara que eu consiga!!!

Mas já aviso que não vai rolar regime, não consigo, nem remédios ou auxiliares porque não vou deixar de amamentar a Lara.

Quem sabe vez ou outra eu poste umas receitinhas leves e gostosas... rsrs

Bom é isso! Foi dado o pontapé inicial! Aí vou eu!

Bjosss

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Fazendo minha parte, e você?

Todos sabemos que em cada canto do mundo há um costume alimentar diferente, aquilo que para uns pode parecer nojento, repugnante ou coisa similar pode ser tido como normal. Mas para mim matar animais, ainda mais domésticos, não é algo normal.

Na Coréia do Sul cria-se cachorros para serem mortos cruelmente para servirem como alimento. Entendo que lá, como em muitos países que passaram por dificuldades em guerras e tudo mais, tiveram que recorrer ao tudo que podiam para se alimentar. Porém não é mais esta realidade.

Não quero aqui julgar ninguém, nem seus costumes, quero proteger aquilo que considero precioso e que não pode se defender sozinho, que depende do amor e reconhecimento de outros.

Há uma petição sendo feita para impedir que isso continue a existir. Eu tento, na medida do meu possível, proteger e ajudar os animais, e peço sua ajuda para o mesmo!

Assine aqui, e ajude a garantir um futuro melhor para estes animais!

Beijos e até

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Relato de amamentação


Nossa história de amamentação começou bem em alguns sentidos, ruins em outros, mas foi um caminho a ser percorrido, uma luta a ser vencida...

Lara infelizmente nasceu de uma cesárea desnecessária, induzida por um médico sem ética que colocou medo em mim e no meu marido. Assim que nasceu não pude vê-la, nem tocá-la, que amamentá-la como meus planos. Depois de aspirada, medida, pesada e isso e aquilo a trouxeram para eu ver, simplesmente ver. Daí seguiram-se o fechamento do buraco da barriga, a subida para o quarto (pelo menos não tive que ficar em sala de recuperação – fui direto para o quarto), e assim que cheguei lá, minutos depois, me trouxeram a pequena, ainda sem o banho, para mamar. Pensava que ainda era a primeira hora, mas não, já havia se passado algumas, poucas sim, mas algumas. Por sorte ou benção – prefiro acreditar que por benção – a Lara pegou de primeira, bonitinha, certinho, como deve ser, mas não sugou muito, não tinha muitas forças.

Aos poucos fomos sabendo do real estado dela... Estava bem, ótima, mas era um bebê de baixo peso, pré-termo (nasceu de 37 semanas) e PIG (pequeno para idade gestacional). Então mamar e ganhar peso era a ordem da situação. Porém era fraquinha, dormia muito, não acordava para mamar. Era preciso deixá-la quase só de fraldas para que acordasse e mamasse um pouco. As vezes engrenava e “mamava” por bastante tempo, mas não sugava muito, pois não tinha esta força.

Em menos de 24hs ela apresentou icterícia e as preocupações aumentaram. Foi para a fototerapia, o que a fazia suar e perder peso. Assim foram 2 dias. De 2,185k que nasceu, foi para 1,800k. Ficamos muito preocupados e meu leite que tinha acabado de descer não saia do peito. As enfermeiras vinham e apertavam, espremiam e nada, saia 2, 3 gotinhas de leite de dávamos mesmo assim pra ela. Mas ela tinha que mamar no máximo a cada 2hs e o máximo que desse para eliminar a biliburrina que causa a ictería. Mas com que leite??? Neste momento, mesmo sabendo que o meu leite era o melhor que poderia oferecer a minha filha perguntei sobre o complemento, a médica negou oferecer, pois como era pequena mesmo (prematura para a médica) não era aconselhado, podia dar alergias e etc. OK. Lá continuamos nós, a cada duas horas.

Cinco dias depois do dia que chegamos fomos para casa, com a Lara pesando 2,055k e uma receita de complemento caso fosse necessário. Chegando em casa tudo correu bem no início – como estava até então -, com 7 dias do nascimento voltamos na médica e a Lara havia engordado cerca de 19g/dia só no peito, ficamos muito felizes, mas ainda não estava liberada, com um peso fora de perigo. Era tão pequenininha, só lhe cabiam roupas de prematuro. Na semana que se seguiu ela chorava muito no peito, esticava as pernas, lutava, ainda não sugava bem, dormia muito e ainda estávamos no esquema de mamadas a cada 2 horas. Estávamos com medo de que ela pegasse alguma coisa e por seu baixo peso tudo se transformasse num pesadelo terrível, então decidimos pelo complemento (sozinhos mesmo, sem nenhuma indicação mais precisa médica) e dávamos cerca de 3 mamadeiras de 30ml por dia. Nesse meio tempo eu estava muito triste por isso que acontecia. A cada dia que passava meu leite diminuía ou a demanda aumentava, não sei dizer ao certo, sei que não era o suficiente. Junto a isso tinha um Baby Blues aterrador, que me deixava constantemente deprimida, não conseguia me alegrar e esta tristeza estava afetando a produção de leite não engrenar.

A parteira que faria meu parto nos visitou e nos disse a respeito do relactador, um sistema de amamentação com complemento no próprio seio materno por meio de sonda e nós fomos atrás de fazê-lo, afinal o que eu queria era amamentar exclusivamente até o 6º mês. Fizemos e em uma semana já vi uma pequena melhora. Mesmo assim ela nos indicou uma médica pediatra que também dava apoio a amamentação e lá fomos nós.

Depois de uma longa conversa e consulta maravilhosa com a Dra. Sandra, ela nos disse que não era necessário complemento, que pela evolução do peso dela poderíamos experimentar o leite materno exclusivamente para ver no que ia dar, e em 15 dias voltaríamos.
15 dia depois tudo bem, mas com muita luta. E assim seguimos, amamentando somente no peito.

Nós tivemos tempos de amamentação exclusiva, tempos de complemento 1 vez ao dia, dias tranqüilos de mamadas, outros bem complicados.

Fiz ordenha manual, ordenha com máquina, tomei muiiito chá, muiiita água, lentilha, milho, canjica, castanhas, tomei 2 homeopatias, fiz TUDO o que estava ao meu alcance para conseguir amamentar até o 6º mês exclusivamente. Ouvi muitas críticas por minha filha ser pequena e eu insistir em “só” amamentar. Mas a pediatra dela nos fortalecia a cada consulta, dizendo que ela estava bem, que ela nunca tinha perdido peso ou deixado de ganhar, sempre muito esperta e se desenvolvendo bem, que não havia motivos para complementar e a cada mês eu me fortalecia um pouco mais de tudo que havia acontecido no mês.
Houve sim períodos em que precisei complementar as mamadas, e eu fazia chorando e me desculpando, pois sentia uma certa incompetência da minha parte, mas era necessário e nestes momentos meu marido permanecia ao meu lado me consolando, dizendo que já fazíamos tudo, que eu não tinha culpa... me apoiava muiiito.

Minha filha sempre foi pequena, miúda, mas tinha dobrinhas, hoje a Lara está com 7 meses e meio. Linda, saudável – nunca teve NADA -, arteira, enérgica. Mamou até o 6º mês exclusivamente no peito, aos trancos e barrancos, mas mamou e com 6 meses começamos a introduzir os alimentos sólidos complementares. Ela aceitou TUDO muito bem, come muito bem e gosta de tudo que prova. Ainda amamento nos intervalos das papas e a noite, e sempre em livre demanda
.
Pretendo continuar amamentando até os 2 anos pelo menos e ir seguindo enquanto for bom pra ele e para mim.

O caminho que tivemos não foi fácil, tínhamos TUDO para desistir, para ir pelo caminho mais fácil, mas decidimos lutar e fazer o que achamos ser o certo e o MELHOR. Lutamos e não foi fácil, mas foi maravilhoso e muito compensador. O olhar dela para mim enquanto amamento não tem preço, o carinho da mãozinha dela no meu rosto ou no meu seio, a ligação que se estabelece não tem preço.
Amamentar não é somente BOM é necessário para a construção da ligação mãe-bebê, faz bem a um e a outro, é prático, barato!

Não me arrependo em momento algum dos caminhos que escolhi traçar, de ter lutado, sofrido, chorado... Tudo foi válido, tudo é válido quando se trata da saúde e bem estar do nosso bebê.

Hoje tenho a sensação de dever cumprido, mas não acabado. Continuo tomando chás, tomando minhas duas homeopatias e sigo amamentando e assim será!

Gostaria que as pessoas tivessem consciência da importância da amamentação, que frases como “Ah, mas se precisar complementar, não tem problema, não fará mal, é para o bem do bebê!” deixassem de existir. Tem problema sim gente!
Se carregamos por 9 meses um bebê na barriga, passamos por enjôos, dores no corpo, limitações, hormônios a mil e etc... Lutar pela amamentação vai no mesmo sentido. Nada na vida vem fácil, é preciso lutar.

Para algumas tudo transcorre fácil, normalmente, tudo flui, para outras, como eu, as coisas acontecem de maneira truncada, difícil, cercada de dúvidas, e lutar por uma amamentação sadia, completa e no mínimo por 6 meses é obrigação materna!

Este relato é para aquelas que tem dificuldades neste processo, para que não desistam, para que saibam que sempre há solução, existe saídas, mas é preciso buscá-las, lutar e no fim a recompensa virá!

Agradeço a Deus pelo dom da maternidade, pela consciência do meu ser maternal, por ter conseguido, mesmo com as lutas, amamentar e ainda continuar nesta empreitada;
À querida Ivanilde, minha parteira do coração, por ter me ajudado, me escutado, me mostrado caminho e ter sempre estado disponível para mim;
Às queridas maternas da lista matrice que sempre deram apoio e incentivo, me ajudando a acreditar em mim, dando dicas, me impulsionando a nunca desistir da amamentação exclusiva materna, vocês são lindas, moram no meu coração!
Á querida Dra. Sandra que com sua doçura, carinho e tato sempre nos deu certeza da saúde da Lara, nos incentivando a continuar amamentando, sendo compreensiva e ouvinte quando necessário, por toda sua imensa ajuda, sem ela eu não teria perseverado e teria desistido no meio do caminho. A amamentação da Lara só foi possível graças à ela!
E ao meu marido, companheiro em todos os momentos, paciente e carinhoso, que me escolheu e me aceitou com todas minhas falhas e implicâncias, que nunca cansa de mim e nunca me deixou desacreditar que eu era capaz! Eu te amo sempre!

MUITO OBRIGADA!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Dia dos pais!


Dia dos pais para mim é totalmente sem graça - perdi o meu a muiitos anos atrá, meu padrasto a um tanto menos, não fico triste mais, lamento a falta deles em outras ocasiões do ano -, mas agora tem gostinho novo, já que temos a Larinha e pretendo fazer do dia dos pais do maridão sempre especial.

Nosso dia dos pais começou um dia antes. Fomos ao cinePaterna, feito especialmente para os papais, sessões oferecidas pela Fisher-price. O Wil adorou o programa, fazia uns 9 meses que não íamos - nós - no cinema. Ele gostou bastante do projeto e a Lara mais uma vez se comportou como uma moça. Chegou no colo do papai, sentou junto e ficou olhando a telona, depois mamou e dormiu até bem depois de acabar o filme.

Logo ao acordarmos fomos mostrar o livro de fotos que fizemos pra ele, infelizmente só a arte no computador, pois a impressão não consegui fazer a tempo.

Montei o livro contando a história da Lara, desde de quando descobrimos a gravidez até hoje. Ficou bem legal e o maridão adorou.

Amoçamos juntos e passamos um dia bem tranquilo juntinho, nós três!

sábado, 7 de agosto de 2010

Altos e baixos

É gente, ainda vivo nos altos e baixos...

Há algumas semanas eue stava bem baixo astral, muito chateada, sem saber direito porquê. Tinha muitas coisas me incomodando, ainda incomodam, mas não sabia determinar se era aquilo mesmo ou não.

O fato de estar acima do peso, de não estar em casa, de um futuro não tão certo (certo sim, mas ao mesmo tempo provisório - gosto de coisas mais determinadas, certas), a cesárea (de novo) e tantas coisas... Tudo chateava... Continuo dependente porque ainda não consigo sair de carro sozinha, falta tempo para treinar, então TUDO que preciso ainda é maridão que resolve... `Preciso ficar independente.

Mas deixando os pensamentos voarem precebi uma coisa acerca da cesárea. Me questionando sobre o porquê de eu ter demorado tanto para começar a sentir alguma coisa de trabalho de parto, me lembrei que só depois que "relaxei" e fui dormir é que começou as doresinhas. Todo munda fala que água quento do chuveira ajuda a acelerar o tp e coisas do tipo e aí fui pensar se eu havia tomado banho durante o dia ou não. Lembrei que tomei a noite, antes de ir para cama, e foi pouco depois de deitar que as dores começara. Putz, pensei, deveria ter ido pro chuveiro assim que achei que a bolsa estava estourando... quem é que vai saber se eu já não estaria em Tp mais adiantado quando a febre começou e precisei ir para o hospital??? Vai saber...

Mas é mais uma coisa que eu esclareci sobre os intercorrências do dia P!

Mas ainda sobra ressentimento em relação ao médico, ao comércio médico e cia.

E vamos a cada dia entendendo mais, mas não necessariamente aceitando.

Beijos

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Babies


Gente vi o trailler deste filme no you tube e estou louca para assistir. Parece que estréia este ano. Não sei se entrará no circuito de cinemas ou irá direito para DVD. Sei que deve haver uma probabilidade grande de tê-lo no cinematerna se for para o cinema.

Enfim, é um documentário que trata da vida de 4 crianças nascidas em lugares diferentes do mundo - Namíbia, Japão, Mongólia e EUA - do nascimento aos primeiros passos. Acredito que irá mostrar tanto semelhanças entre as crianças - independentemente do lugar em que vivam - e diferenças também, por conta do meio em que cresceram.

Talvez seja um daqueles documentários despretenciosos e emocionantes que, em suas entre linhas, nos deixa uma mensagem sobre exageros do mundo moderno e simplicidades da vida! Pode ser, quem sabe!

Quer saber mais, veja aqui.

Beijos

domingo, 1 de agosto de 2010

Lara 7 meses!!!

Digital Scrapbooking at WiddlyTinks.com
Photo Tinks by WiddlyTinks.com


Como este mês passou rápido!!! Nem deu tempo de escrever meu depoimento sobre a amamentação...

Mas foi um mês lindo. A Lara passou pela transição para os alimentos sólidos, e foi bom demais, ela ama comer... Meu leite não diminuiu como eu temia, mas acumula mais - sei lá - e tenho a impressão que as mamadas melhoraram...

Sentou com 6 meses e 1 semana, exatamente uma semana depois de começar as papinhas. Aprendeu a pedir colo, a meio que juntar as mãozinha como se fosse bater, a pegar obetos com o polegar e o indicador e não mais com a mão inteira...

E nesta semana começou a ficar de quatro, balançando o corpo para engatinhar, linda, lida!!!

Muito obrigada Senhor por estas bençãos!

Bjos

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Introdução de alimentação complementar


Gente eu não sabia que seria tão fácil!

Ao completar 6 meses de amamentação exclusiva - vou relatar num outro post - chegamos a uma nova etapa da vida da Lara, as comidinhas!

Ela já vinha mostrando muiiiito interesse pelo o que comíamos e muitas vezes levou a mão até aquilo que levávamos a boca, ou abria a dela, esperando que o talher fosse para ela - pobrezinha rsrs. Uma semana antes de completar seu meio ano de vida eu molhava o dedo em algumas coisas, frutinhas para ela sentir o sabor e ela adorava e fazia do meu dedo um pirulito!

Ao ir na pediatra ela nos passou as instruções sobre como deveríamos proceder e ficamos anciosos. Na opinião da nossa pediatra - que diga-se de passagem, adoramos e confiamos - deve-se começar tranquilamente e sem tensão, forçar, qualquer coisa do tipo, e o primordial, mudar primeiro a textura do alimento antes de mudar o sabor que conhecem. Que sabor, o leite claro! Portanto iríamos começar com 2 papas de frutas por dia diluídas em leite materno e 1 papa de arroz também com leite materno. Depois introduzir a papa salgada com um sabor por vez.

Como a Lara já havia provado o sabor de algumas frutas no dedo arrisquei fazer só a ruta e ela comeu como se sempre tivesse comido aquilo rsrsrs, uma banana prata. Quando via a colher já abria a boca. acabei não dando a papa de arroz e sim papa de mandioquinha, temperada com um pouquinho de sal e um fio de azeite. Ela também amou. Segui o que nossa médica recomendou, uma coisa por vez. Já deu pra ver que ela adoraaaa abóbora japonesa.

Bom hoje, com ela com quase 7 meses ela já como a papa obedecendo tabela 1 turbéculo, 2 legumes coloridos, 1 folha verde e 1 pedaço de carne ou frango.

Graças a Deus não tive problema nenhum na introdução de sólidos. Lara aceita tudo, come de tudo, tanto salgado como as frutas e bem!

De vez em quando venho aqui passar minhas receitinhas.

Bjoss

terça-feira, 27 de julho de 2010

Coisa mais linda!



Precisava postar. Não tá uma coisa?!

6 meses da picota!


Gente, Larinha já está para completar 7 meses e só agora consigo escrever rsrsrs.

Estava muito anciosa pelo 6º mês, iniciar os complementos, ver como seria a ceitação da Lara, enfim bastante coisa aconteceria.

Já na consulta vimos a diferença com o antigo mês, a Lara havia engordado bem, em relação ao mês anterior. Para mim a culpa foi do complemento, infelizmente. Ela havia tomado cerca de 2 mamadeiras de leite por dia. Diante disso a médica liberou o complemento, mas só em caso de stress dela, depois de insistir no mesmo peito e nada acontecer e ela não tiver mais paciência para tirar aí liberou o complemento, mas no relactador. Admito que foram poucas vezes que usei o mesmo depois da consulta, as vezes a Lara está tão irritada que não resolve, aí só na mamadeira mesmo, sorte minha que ela não larga o peito.

Neste mês minha picota está uma figura... Está começando a entender como se bate palminhas, sentou com 6 meses e 1 semana, assim do nada, um dia ela se equilibrou, e achou um máximo. Agora fica bricando um tempão assim! Está agarrando nosso rosto e encostando a boca aberta na gente, como se fosse beijar, não é morder não, é como um carinho.... que delícia!

Para este mês é um marco, é uma vitória na amamentação, reflete muitas coisas para mim...

Estou grata a Deus por termos chegado aqui muito bem, felizes e saudáveis. Grata por cada dia superar mais meus traumas e cada dia mais feliz em ser mãe!

sábado, 17 de julho de 2010

Cine Materna!!!

Gente que delícia!!! Cinema depois de tanto tempo... E não foi qualquer sessão, foi CINE MATERNA!

Uma sala linda, cheia de piticos de "todas" as idades, uns dormindo, outros mamando, outros comendo papinhas, uns sendo trocados, outros ninados, uns correndo, outros chorando, mas tudo lindo, cheguei a me emocionar com tudo aquilo...

O filme, uma bobeira - Plano B - mas a sessão, o clima, as pessoas valeu muiiito a pena!

A Lara se comportou feito uma mocinha, não chorou, não resmungou, não deu trabalho... Linda! Vou voltar mais e mais vezes...

Alguns podem pensar, "mas cinema???" Sim!Uma sala sem ar condicionado forte (no frio nem ar), luzes um tanto acesas, trocador dentro da sala, pessoas muito legais para te ajudar se for preciso e o que eu achei o principal, som beeeem mais baixo do que numa sala comum... Nenhum bebê se sente incomodado...

Foi um dos melhores programas que fiz com a Lara ultimamente e recomendo a TODOS!

Quer saber mais? Entre no site www.cinematerna.com.br.

Só faltou uma fotinho dela! rsrsr

E você já foi no cinematerna???

Bjosss

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Obrigada, mas pode deixar!

Acabei de ler um post no blog Mamíferas que adoro e que veio bem a calhar!

Sou uma pessoa que sempre "dependeu" muito da aprovação dos outros em muitas coisas relacionadas na minha vida, mas só descobri isso a pouco tempo. Desde então tenho lutado comigo mesma para me ver livre das opiniões das pessoas. Engraçado é que nunca fui maria-vai-com-as-outras, sempre tive opiniões fortes, mas gostava de agradar, ainda mais minha mãe! E acho que tive muito sucesso!rsrsr

Mas agora como mãe e desde que engravidei e escolhi por coisas diferentes da marioria enfrento o franzir de testa,as caras de dúvidas, as reprovações... E como foi difícil deixar passar e me concentrar nas MINHAS escolhas, nas MINHAS vontades, nas MINHAS crenças... E isso perdura até hoje! E acho que não vai acabar tão logo!!!

Quando mostrei a Tummy Tub para minha mãe e alguns familiares, e toda animada comentei que teria aquilo ou algo parecido por causa disso e daquilo e logo veio a reprovação... Não adiantava argumentar... Era fora do padrão. Me calei e deixei pra lá, eu sabia do que queria e ia ter!

Depois foi o parto, comecei a comentar sobre o parto natural e tudo mais, logo veio a reprovação também e comentários do tipo "você fala isso porque não sentiu as dores ainda, você vai ver só quando começar a doer se você não vai querer anestesia"!! Dentro de mim sentia raiva por aqueles comentários tão sem noção! De pessoas que infelizmente tiveram uma experiência de parto sem a assistência necessária, sem o conhecimento necessário, o que torna o processo sempre mais difícil. Mas enfim o que eu poderia dizer??? Só me entristecia. Mas sabia do que queria e corri atrás!

Ao escolher pelo parto domiciliar resolvi fechar minha boca, afinal ´para quê contar??? Mais reprovações? Mais pensamentos negativos? Mais gente falando na minha cabeça? Não. Aquilo era escolha minha e do meu marido, e se ele me apoiava e acreditava como eu acreditava era o que era preciso! Assim fomos com os nossos preparativos!!!

O que falar do sling então??? "Carregar a menina num saco??? Pra quê coitada!" Mais cara feia!!!

Fiquei na minha, remando contra a maré, só eu e meu marido nos nossos sonhos e pensamentos e planos sobre nossa filha...Só nós dois, mais ninguém. Quer dizer, e um bando de gente "desconhecida" que como nós buscávamos apoio para aquilo que SABEMOS (ao contrário dos que criticam) que era o melhor, e assim nos tornávamos uma grande desconhecida família, que se apoia e se ajuda na medida do possível!

Teria muito para dizer... Mas o que eu quero com tudo isso é dizer que eu aprendi a ESCOLHER! Eu sei o que é melhor para minha filha. O melhor para ela sou eu! Deus nos muniu de um dom e uma intuição fenomenal para sabermos do que nossos bebês precisam, só que aterrizamos como mães, além de inexperientes, inseguras quanto esta "voz" interior, que a cada dia que passa vai aumentando e ficando nítida ao ponto de você ter certeza!

Ecolho o que veste, o que come, o que faz e enquanto ela depender dos outros as escolhas serão nossas, minha e do pai! Adoro a família junto, adoro a família carinhosa e atenciosa, mas sobre o que é melhor, nós sabemos! Com todo carinho e respeito digo obrigada, mas pode deixar! Deixar com a gente!

Porque amamentar até o 6º mês é tão peculiar??? Pq continuar amamentando continua peculiar???
Porque não oferecer nada mais do que leite materno até o 6º mês causa adminiração ou espanto "Nossa ainda não come nada? Tadinha dá alguma coisa, ela pode ficar com vontade!" "Ah ela tá magrinha, dá uma mamadeira pra ela!"
Quando foi que bebê rochonchudos e super gordos se tornaram sinônimo de saúde??? Para onde foi a singularidade??? Será que ela só acontece depois de crescermos, quando são bebês os INDIVÍDUOS são todos iguais??? Claro que não! Então: obrigada, mas pode deixar!

Quantras vezes ao sair com a Lara no sling não escuto comentários do tipo "ai coitadinha!" "isso não estraga a coluna dela não? Não, fica igual a qdo estava na barriga, ou como no colo! Ah mais sei lá, eles nascem e se esticam né?! Não, ela tá bem!"

Ou como na semana passada numa loja comprando lá para fazer um casaquinho para a Lara e ela agarra um novelo que ia comprar e se tioro ela abre o berrereiro, como ela estava nervosa e aquilo a entreteu deixei, aí vem uma fulana e tasca "ai que bonitinha! Ai ai mãe ela tá com o novelo na boca! e eu: é, eu sei, obigada! AH mais ela não pode, todo mundo mexe aí! e eu; eu sei, obrigada! Mas ela vai ficar doente! e eu: pode deixar, a filha é minha e eu cuido como quero!!!" Se não bastasse este diálogo, a mulher sai falando "é a filha é sua, mas tá com sujeira na boca! Aí não aguentei e tasquei "cuida da sua vida minha senhora que eu cuido da minha, não te pedi nenhuma opinião tá!" Afeee pq todo m undo se sente na obrigação de palpitar???

Depois, dias depois saindo do shopping, um solzão lá fora, eu parei para abrir o guarda-chuva para não pegar sol na Lara e eis que bate um ventinho e uma mulher para na frente e solta "ai que bonitinha, (faz concha com as mãos na frente da Lara), ai ai cuidado com o vento no ouvidinho da neném, se não ela vai ter dor de ouvido!" e eu; "obrigada, pode deixar! E fiquei encarando pra ver se a pessoa entendia que ela tinha ultrapassado os limites!!! Afee!

Isso não pára, não tem fim! Ultimamente eu tenho sido curta e grossa com quem deliberadamente se intromete e é um completo desconhecido!

A bola da vez é sobre minhas opiniões sobre a alimentação da Lara e sobre as comidinhas do aniversário dela. Agora virei louca em não querer que minha filha qdo tiver seu 1 aninho coma frituras, refrigerante, doces... Eu enlouqueci ou o mundo tá de ponta cabeça???

Graças a Deus eu aprendi a ESCOLHER.

Cada um escolhe uma coisa....

Escolhi ser adventista e abdicar de muita coisa
Escolhi buscar uma vida mais natural
Escolhi casar com o Wil
Escolhi ter a Lara depois de pouco tempo de casada
Escolhi tê-la de maneira natural e em casa, mas Deus desejou de outra maneira e a tive de cesárea
Escolhi amamentá-la exclusivamente com leite materno até o 6º mês
Escolhi que vou alimentá-la o mais naturalmente possível
Escolhi deixar de trabalhar para ser mãe em tempo integral
Escolhi buscar outros bens que não materiais na minha vida
Escolhi ter uma família do que bens materiais
Escolhi tanta coisa...

Com muito carinho e respeito, obrigada, mas pode deixar!

Bjoss

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Processando mais um tiquinho...

Ultimmente tenho percebido que quando me lembro da cesárea sinto raiva, ódio, do procedimento, do médico, do sistema... Mas tenho achado bom. Sabe aquela coisa do processo de enfretamento da dor e frustração? Primeiro você não aceita, não se conforma, chora, sofre, não entende! Depois sente raiva, muita raiva. E por fim aceita. Acredito que eu esteja neste processo... Tomara né!

Depois de pensar nisso comecei a pensar na minha fé. Acredito muito em Deus, frequento a igreja, procuro cumprir tudo aquilo que acredito que Jesus deixou para ser cumprido. Nisso me lembrei de uma passagem bíblica do evangelho onde diz que Deus conhece TUDO, SABE TUDO, TUDO É DELE. Diz que nem uma folha da árvore cai sem que Deus permita, que todos os fios do nosso cabelo estão contados. Aí lembrei de uma pregação, onde quem falava dizia que somos livres para escolher, mas a vontade de Deus prevalece (isso é meio ambíguo, mas deixo para outro post). Pensando nisso comecei a ver que talvez eu tivesse que passar por esta cesárea, que Deus nos guardou de algo permitindo que ela acontecesse, que independente de eu lutar pelo PN ou PD, que embora eu tivesse entrado efetivamente em TP, eu precisaria de uma cesárea, ou que se a Lara tivesse nascido de PN pudesse ter tido algum complicador por eu não ter feito um dos exames necessários para PN seguro e naquele hospital ela não teria atendimento adequado por não ter UTI... Enfim, são muitas as possibilidades para acontecer o que aconteceu...

Não quero e não vou buscar justificativas, mas para uma mulher de fé existir é preciso que ela confie que Deus gere e administra sua vida, e assim sendo, o que acontece ou aconteceu foi vontade ou permissão Dele, por alguma razão que se eu não sei agora não me cabe saber! Me cabe aceitar!

Posso dizer com muita propriedade que Deus tm me ensinado muito desde que casei, mas isso eu também vou deixar para outro post!

bjoss um pouco mais tranquilos com a realidade do parto vivido!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Comentários...

Gentemmm me desculpem, haviam alguns comentários esperando serem liberados e eu nem me dei conta rsrsrsr!!! Achei que estava automático rsrs Agora já li tudinho! Obrigada meninas!!!

bjoss

domingo, 6 de junho de 2010

5 meses da picota!

Dia 31/05 minha fofa linda fez 5 meses! Continua cheia de graça e com umas maniazinhas rsrsrs.

Rolando pra lá e pra cá, querendo sentar, conversando muito, gargalhando com os gatos aqui de casa...

E cá estamos a 5 meses firme e forte na amamentação exclusiva. Dá muito trabalho, pois não sou, diga-se uma vaca leiteira, mas faço tudo para conseguir amamentar exclusivamente, pois sei que isso é o melhor que posso fazer por ela! Eis uma foto que tirei num passeio ontem num momento tetê, ou guee, como minha rebenta costuma gritar quando quer muito mamar rsrsr... se inspirem kkk



bjosss